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Inflação 'na porta de fábrica' sobe 1,1%, mas acumula menor alta até setembro desde 2014

Segunda alta seguida do Índice de Preços ao Produtor foi guiada por variações positivas em 13 das 24 atividades pesquisadas, diz IBGE

Economia|Do R7

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O IPP (Índice de Preços ao Produtor) subiu 1,11% em setembro. Com a segunda alta mensal consecutiva, o indicador que mede a variação dos preços de produtos na “porta da fábrica”, sem impostos e frete, acumula queda de 7,92% em 12 meses e de 5,43% neste ano, a menor taxa para o período desde o início da série histórica, em 2014.

Segundo os dados revelados nesta quinta-feira (26) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a alta de setembro foi guiada por variações positivas de 13 das 24 atividades industriais pesquisadas.


As atividades industriais com as variações de preço mais expressivas no resultado de setembro foram refino de petróleo e biocombustíveis (8,28%), bebidas (-5,09%), indústrias extrativas (3,86%) e impressão (1,78%).

“Assim como ocorreu no mês passado, em setembro observamos um aumento nos preços de refino, que é o segundo setor de maior peso na indústria brasileira. Ele só fica atrás de alimentos, cuja variação recente não a coloca entre as quatro mais expressivas”, explica Alexandre Brandão, analista da pesquisa.

“O comportamento dos preços do refino está diretamente ligado à alta de preços do óleo bruto de petróleo, que vem aumentando no mundo todo devido à recente diminuição da produção”, acrescenta Brandão.

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