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Energia elétrica puxa recuo em agosto, e inflação oficial continua dentro do teto da meta

Luz ficou 7,6% mais barata após desconto de Itaipu e da bandeira amarela; índice de preços registrou a maior deflação em quatro anos

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O IPCA registrou uma deflação de 0,32% em agosto, a maior em quatro anos.
  • A conta de energia residencial caiu 7,63% devido ao desconto de Itaipu e à manutenção da bandeira amarela.
  • No acumulado de 12 meses até agosto, o IPCA teve alta de 4,22%, ainda dentro do teto da meta de inflação do governo.
  • Houve redução nos preços de passagens aéreas, etanol e alimentos como batata-inglesa e cenoura, enquanto cigarros ficaram quase 20% mais caros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Inflação oficial: queda dos preços registrada no mês passado é a maior desde agosto de 2022 Paulo Whitaker/Reuters – 06.02.2014

A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), recuou 0,32% em agosto, após alta de 0,07% no mês anterior, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta sexta-feira (11).

Trata-se da maior deflação para um único mês em quatro anos. Em agosto de 2022, a variação dos preços marcou uma redução 0,36%.

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A “principal heroína” da alta dos preços foi a conta de energia residencial, que recuou 7,63% no mês passado em decorrência da incorporação do bônus da usina de Itaipu à conta dos brasileiros. Além disso, a manutenção da bandeira amarela freou um aumento mais salgado.

No acumulado de 12 meses até agosto, o IPCA teve alta de 4,22%. A meta estipulada pelo governo para a inflação é de 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.

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Assim, o IPCA pode chegar a 4,5% ao ano que, mesmo assim, será aceitável pela área econômica, inclusive pelo BC.

Alívio no bolso

Além da energia, no campo dos transportes, o brasileiro sentiu uma redução dos preços com passagens aéreas (13% mais em conta) e do etanol (quase 4%).

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Já na alimentação, segmento que mais afeta as famílias de baixa renda, houve uma leve diminuição dos preços da alimentação em casa, com destaque para batata-inglesa (quase 20% mais barata), cenoura, cebola, (queda de 11% para os últimos três), ovos de galinha (4% mais baratos) e café moído (quase 2% de queda).

Na contramão, o grupo despesas pessoais registrou alta de 1,3%, com destaque para os cigarros, quase 20% mais caros para os fumantes.

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