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Liberação do FGTS para quitar dívidas ‘vai causar efeito positivo inicial’, diz professor

Governo informou que analisa formas de reduzir pressão sobre o orçamento das famílias

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O governo analisa a liberação de recursos do FGTS para ajudar trabalhadores a quitar dívidas.
  • A medida pode liberar até R$ 17 bilhões e beneficiar mais de 10 milhões de brasileiros.
  • Especialistas destacam a importância da educação financeira para evitar o endividamento no futuro.
  • A iniciativa reabre a discussão sobre a finalidade do FGTS, criado para proteção do trabalhador.

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O governo informou que analisa medidas para reduzir a pressão sobre o orçamento das famílias brasileiras. Diante do elevado nível de endividamento da população, uma das propostas em estudo é a liberação de recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para que os trabalhadores possam quitar dívidas. De acordo com o Ministério do Trabalho, a medida pode liberar até R$ 17 bilhões do fundo.

A iniciativa tem potencial para beneficiar mais de dez milhões de brasileiros, mas também reacende a discussão sobre a finalidade do FGTS, criado como um mecanismo de proteção ao trabalhador.


Mão segurando uma Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS) verde do Brasil, parcialmente sobre documentos em papel e um envelope azul
Iniciativa tem potencial para beneficiar mais de dez milhões de brasileiros Reprodução/Record News

O endividamento “faz a família deixar de consumir itens, sustentando essa ciranda financeira que nós vivemos hoje pela força dos juros expressivos cobrados aqui”, afirma Pedro Leão Bispo, professor da FGV Finanças e Controle, em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (10).

“Não tenho dúvida de que, se essa medida for à frente, ela vai causar um efeito positivo inicial, mas que depois precisa ser consertado com planejamento para educação financeira”, ressalta.


Para ele, a educação financeira é uma das formas de combate ao crescente número de pessoas endividadas. “A gente tem que sentar com a família, fazer os orçamentos, ver até onde a gente pode ir, até onde a gente não pode ir, porque a questão de consumo, que é o que leva ao endividamento, tem que ser tratada como a responsabilidade maior por aquele que assume as suas dívidas”, explica.

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