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Economia brasileira cresce 0,6% em fevereiro, indica prévia do PIB do Banco Central

Indicador estima resultado do desempenho econômico, mas dado oficial dos bens e serviços produzidos no país é divulgado pelo IBGE

Economia|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A economia brasileira cresceu 0,6% em fevereiro em comparação com janeiro, segundo o IBC-Br.
  • Em relação a fevereiro do ano passado, houve uma queda de 0,3% no índice.
  • Os setores da indústria e impostos tiveram alta de 1,2% e 0,8%, respectivamente.
  • O IBC-Br auxilia o Banco Central na tomada de decisões sobre a taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

IBC-Br também ajuda a avaliar evolução da atividade econômica do país e definir taxa básica de juros Tânia Rêgo/Agência Brasil - Arquivo

A economia brasileira cresceu 0,6% em fevereiro, na comparação com janeiro, segundo dados do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), considerado a prévia do PIB (Produto Interno Bruto) — a soma de todos os bens e produtos finais produzidos no país. Os dados são desta quinta-feira (16), divulgados pelo Banco Central.

Os dados do IBC-Br constam em uma base similar à do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), órgão responsável pelo cálculo do indicador oficial de crescimento econômico do país. Na comparação com fevereiro de 2025, o IBC-Br teve queda de 0,3% e, no acumulado em 12 meses, avançou 1,9%; neste ano, a taxa é de 0,4%.


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Também em 2026, o BC passou a divulgar as variações do IBC-Br por setor da economia. Em fevereiro, os segmentos com mais destaque foram os da indústria e dos impostos — calculado em volume.

Confira os desempenhos de cada setor:


  • Agropecuária: +0,2%
  • Indústria: +1,2%
  • Serviços: +0,3%
  • Impostos: +0,8%

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica do país e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,75% ao ano.

A Selic é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom (Comitê de Política Monetária) aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter uma demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, pois, quanto mais alta, mais caro o crédito e maior o estímulo à poupança.

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