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Lucro trimestral da Thomson Reuters supera expectativas, mas câmbio pesa sobre receita

Economia|Do R7

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(Reuters) - A Thomson Reuters divulgou nesta quarta-feira lucro trimestral melhor do que o esperado, com sua maior divisão que atende a bancos e instituições financeiras mostrando crescimento pela primeira vez desde 2011.

No entanto, variações cambiais pesaram sobre a receita, e a companhia de notícias e informações disse que a volatilidade das moedas pode ter um impacto maior do que o usual nos resultados deste ano. Um dólar forte corrói o valor das vendas internacionais quando convertidas em moeda norte-americana.

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"O (segundo) trimestre e o primeiro semestre apenas confirmam a dinâmica que está se formando dentro do negócio", disse o presidente-executivo da Thomson Reuters, Jim Smith, em entrevista.

O lucro líquido do segundo trimestre foi de 281 milhões de dólares, ou 0,33 dólar por ação, comparado aos 260 milhões de dólares, ou 0,31 dólar por ação, um ano antes.

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Ajustado a itens especiais, o lucro foi de 0,52 dólar por ação. Analistas esperavam, em média, lucro de 0,50 dólar por ação nessa base, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.

A receita total no segundo trimestre caiu 4 por cento, para 3,04 bilhões de dólares, mas teve aumento sem o fator câmbio. O faturamento veio ligeiramente menor do que os 3,07 bilhões de dólares estimados por Wall Street.

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Na divisão Financial & Risk, maior unidade de negócio da Thomson Reuters, a receita antes de efeitos cambiais e de aquisições cresceu 1 por cento no segundo trimestre, na melhor performance desde 2011. As vendas superaram os cancelamentos e foram positivas em todas as regiões.

A receita da divisão Legal, que inclui a base de dados jurídicos Westlaw, aumentou 2 por cento e as vendas do negócio de Tax & Accounting tiveram alta de 5 por cento, nos dois casos em base orgânica.

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A companhia disse que continua a esperar crescimento orgânico da receita em 2015.

A Thomson Reuters, controladora da Reuters News, compete globalmente por clientes financeiros com a Bloomberg LP e com a Dow Jones, a última uma unidade da News Corp.

(Por Lewis Krauskopf, em Nova York)

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