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Mazda, Suzuki e Yamaha pedem desculpas por irregularidades em testes de emissões

Economia|Do R7

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Por Maki Shiraki

TÓQUIO (Reuters) - Mazda, Suzuki e Yamaha fizeram testes inadequados sobre economia de combustível e emissões de poluentes, disse o governo japonês nesta quinta-feira, revelando novos casos de falhas de compliance pelas montadoras.

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Os resultados vieram à tona após o governo mandar as montadoras revisarem suas operações após a descoberta de testes inadequados na Subaru e na Nissan em 2017.

A conduta das fabricantes de automóveis está sob intenso escrutínio após a alemã Volkswagen ter admitido em 2015 ter instalado um software em centenas de milhares de carros movidos a diesel dos Estados Unidos para alterar testes de emissões de poluentes, e que mais de 11 milhões de veículos poderiam ter softwares similares instalado em todo o mundo.

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Nos casos do Japão, as montadoras não infringiram nenhuma lei nem realizaram recalls massivos. Mas uma lista crescente de irregularidades prejudicou a imagem da indústria manufatureira do país em busca de eficiência e produtos de alta qualidade.

Suzuki, Mazda e Yamaha aprovaram veículos em testes de emissões ou eficiência de combustível até mesmo em casos em que os carros ficaram abaixo de condições inválidas, disse o governo japonês. Os erros ligados a pequenos desvios na velocidade dos veículos durante o teste deveriam ter invalidado os resultados.

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As montadoras examinaram testes feitos em diferentes períodos e, no caso da Suzuki, elas se estenderam até 2012.

Nenhuma das empresa encontrou problemas significativos com emissões de poluentes e o desempenho da economia de combustível dos veículos, que foram destinados à venda no Japão, e não planejam nenhum recall.

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A Suzuki, quarta maior montadora do Japão, disse que, de 12.819 veículos de amostra testados para economia de combustível e emissões desde junho de 2012, cerca de 50 por cento foram inspecionados de forma inadequada.

A Mazda disse que houve irregularidades em 4 por cento de inspeções similares em seus carros, ou pouco mais de 70 veículos. No caso da Yamaha, alterações foram encontradas em 2 por cento das inspeções.

As três fabricantes pediram desculpas.

(Por Maki Shiraki)

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