Logo R7.com
RecordPlus

Mesmo com aprovação, 2019 é um ano perdido, diz Marcelo Ramos

Presidente da Comissão Especial também disse que as audiências públicas para discutir a proposta na comissão devem acontecer até o fim de maio

Economia|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window
Ramos disse que 2019 será um ano de PIB baixo
Ramos disse que 2019 será um ano de PIB baixo

O presidente da Comissão Especial da reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), disse nesta sexta-feira (10) que, ainda que o texto seja aprovado, 2019 é um ano perdido. Ele afirmou que este será um ano de PIB (Produto Interno Bruto) baixo e pequena retomada do emprego.

Ressaltou, porém, que, sem a reforma, "o futuro é de caos absoluto".


"A reforma não vai resolver todos os nossos problemas. E no dia seguinte à aprovação não vamos viver um mundo de prosperidade", disse Ramos, que participa nesta sexta-feira (10) de um evento na FGV (Fundação Getulio Vargas).

Ele frisou que a reforma pede um sacrifício dos brasileiros, maior de que quem tem mais renda. "O País está pedindo a brasileiros que tenham alguma renda que façam sacrifício para que 12 milhões de brasileiros desempregados tenham chance de ter renda no futuro", afirmou.


Previsão

O presidente da Comissão Especial disse ainda que as audiências públicas para discutir a proposta na comissão estão previstas para ocorrer até o fim de maio. "Daí em diante teremos as emendas, os destaques e outras coisas relacionadas ao conteúdo", afirmou o parlamentar, durante o evento na FGV.


Em seguida, Ramos sugeriu que a proposta só deve ir a plenário quando houver 308 favoráveis à reforma para aprovação do texto no plenário da Câmara.

"Aí já não é mais tempo nosso da comissão, é o tempo da política. A comissão terá de coordenar trabalhos com a articulação do governo para garantir 308 votos para votar a matéria no plenário", comentou Ramos.

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.