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Petrobras informa início de operação de plataforma no Campo de Lula

Economia|Do R7

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A Petrobras informou o início da operação da plataforma Cidade de Maricá, no campo de Lula (área de Lula Alto), no pré-sal da Bacia de Santos. A plataforma Cidade de Maricá é um FPSO, unidade que produz, armazena e transfere petróleo, e está a cerca de 270 quilômetros da costa, em lâmina d'água de 2.120 metros. Possui capacidade de produzir, diariamente, até 150 mil barris de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos de gás.

Com mais essa unidade, a camada pré-sal das Bacias de Santos e Campos passa a responder por 35% da produção brasileira de petróleo. A estatal lembrou, em comunicado, que a consolidação da produção na Bacia de Santos, que responde por 70% da extração nesta camada, vem se dando há pouco mais de cinco anos, com uma média de instalação de uma grande plataforma a cada 9 meses.

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A Petrobras informou ainda que o desempenho da produção tem ficado entre os melhores em termos mundiais, sendo que os quatro primeiros sistemas de produção, instalados entre 2010 e 2014, permanecem produzindo praticamente a plena capacidade, com 475 mil barris diários de petróleo, mediante 19 poços produtores.

As três plataformas mais recentes, em fase de crescimento da produção, também apresentam o mesmo bom desempenho com relação aos poços já em operação, com 205 mil barris diários de petróleo com apenas 7 poços produtores.

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Ainda em 2016, entrarão em operação dois outros grandes sistemas definitivos de produção - Lula Central (FPSO Cidade de Saquarema) e Lapa (FPSO Cidade de Caraguatatuba).

Gasoduto Rota 2

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Dando continuidade à expansão da capacidade produtiva da Bacia de Santos, na última sexta-feira, em 12 de fevereiro, a Petrobras iniciou a operação da segunda rota de escoamento do gás natural produzido no pré-sal desta bacia, através de um gasoduto chamado Rota 2.

Com 401 quilômetros de extensão, o Rota 2 é o gasoduto submarino de maior extensão em operação no Brasil e possui capacidade para escoar diariamente 13 milhões de metros cúbicos de gás, interligando os sistemas de produção do pré-sal da Bacia de Santos com o Terminal de Tratamento de Gás de Cabiúnas, em Macaé, no Rio de Janeiro.

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Este terminal teve sua capacidade de processamento ampliada para 28,4 milhões de metros cúbicos por dia, de forma a receber o gás proveniente do pré-sal tanto da Bacia de Santos como da Bacia de Campos.

O Rota 2 se interligará ao gasoduto Rota 1, em operação desde 2011 e com capacidade de escoamento de outros 10 milhões de metros cúbicos diários.

A Petrobras comunicou que, com esse novo gasoduto, a capacidade total instalada de escoamento de gás natural do pré-sal da Bacia de Santos atinge 23 milhões de metros cúbicos diários, permitindo o crescimento da produção de petróleo e a ampliação do suprimento de gás nacional ao mercado brasileiro, bem como contribuindo para consolidação da estratégia da estatal de elevar a participação do gás natural nos seus negócios.

As áreas de Lula Alto e de Lula Central estão localizadas na concessão BM-S-11, operada pela Petrobras (65%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda - companhia subsidiária da Royal Dutch Shell plc (25%), e Petrogal Brasil S.A. (10%).

Os campos de Sapinhoá e de Lapa estão localizados na concessão BM-S-9, operada pela Petrobras (45%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda - companhia subsidiária da Royal Dutch Shell plc (30%) e RepsolSinopec Brasil S.A (25%).

O gasoduto Cernambi-Tecab é propriedade do Consórcio Cabiúnas 1, operado pela Petrobras (55%), em parceria com a BG E&P Brasil Ltda - companhia subsidiária da Royal Dutch Shell plc (25%), RepsolSinopec Brasil S.A (10%) e Petrogal Brasil S.A. (10%).

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