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Preço na porta das fábricas desacelera a alta em maio

Das 23 atividades da indústria da transformação, 17 tiveram alta de preços

Economia|Do R7

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Os alimentos, por outro lado, tiveram uma deflação de 0,63% em maio, contribuindo para frear o IPP
Os alimentos, por outro lado, tiveram uma deflação de 0,63% em maio, contribuindo para frear o IPP

O preços de produtos na porta da fábrica, sem impostos e fretes, medido pelo IPP (Índice de Preços ao Produtor), registrou alta de 0,15% em maio, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgados nesta terça-feira (30).

Houve uma desaceleração na taxa, já que, em abril, o IPP teve o percentual revisado de alta de 0,34%. Com o resultado anunciado hoje, o indicador acumula altas de 2,65% no ano e de 6,10% em 12 meses. O IPP mede a evolução dos de 23 setores da indústria de transformação.


No entanto, a taxa do mês passado é superior ao índice de maio de 2014, que apresentou deflação (queda de preços) de 0,26%. Em maio, 17 das 23 atividades da indústria da transformação tiveram alta de preços.

Com uma inflação de 0,84%, os veículos automotores tiveram o maior impacto no IPP. Outros segmentos com altas taxas de inflação foram perfumaria, sabões e produtos de limpeza (2,04%), bebidas (1,84%) e têxtil (1,56%).

Os alimentos, por outro lado, tiveram uma deflação de 0,63% em maio, contribuindo para frear o IPP. Esses produtos já tinham registrado queda de preços de 0,76% em abril.

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