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Preços do petróleo desabam ao menor nível do ano

Economia|Do R7

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Por Christopher Johnson

LONDRES (Reuters) - Os preços do petróleo caíram ao menor nível em mais de um ano nesta sexta-feira, a caminho do maior declínio mensal desde o final de 2014, apesar de produtores considerarem cortes na produção para tentar conter o excedente global.

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A oferta de petróleo, liderada pelos produtores norte-americanos, está crescendo mais rapidamente do que a demanda, e para evitar o acúmulo de combustível, como o que surgiu em 2015, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo deve começar a reduzir a produção após uma reunião prevista para 6 de dezembro.

Mas isso não fez muito até agora para dar suporte aos preços. O valor do barril de petróleo caiu cerca de 20 por cento até agora em novembro, em um período de sete semanas de perdas.

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O petróleo Brent recuava 2,89 dólares, ou 4,62 por cento, a 59,71 dólares por barril recuava 2,89 dólar, ou 4,62 por cento, a 59,71 dólares por barril, às 12:12 (horário de Brasília). O petróleo dos Estados Unidos caía 3,7 dólares, ou 6,77 por cento, a 50,93 dólares por barril caía 3,7 dólar, ou 6,77 por cento, a 50,93 dólares por barril.

Ambos as referências estão no menor nível desde outubro de 2017.

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"Os baixistas do mercado de petróleo reafirmaram sua autoridade", disse Tamas Varga, analista da corretora londrina PVM Oil. "A fraqueza é a continuação do sentimento baixista prevalecente, ajudado um pouco pelo dólar mais forte."

A produção de petróleo subiu este ano. A Agência Internacional de Energia espera que apenas a produção de países não integrantes da Opep aumente 2,3 milhões de barris por dia (bpd) em 2018. A demanda por petróleo no próximo ano, por sua vez, deverá crescer 1,3 milhão de barris por dia.

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Com o ajuste para reduzir a demanda, a Arábia Saudita, maior exportadora de petróleo do mundo, disse na quinta-feira que pode reduzir a oferta, uma vez que pressiona a Opep a concordar com um corte conjunto de 1,4 milhão de barris por dia.

Se a Opep concordar em cortar a produção em sua reunião no próximo mês, os preços do petróleo poderão se recuperar drasticamente, dizem os analistas.

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