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Prévia da inflação acelera em novembro, puxada pelas despesas pessoais, diz IBGE

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,15% e, nos últimos 12 meses, de 4,50%

Economia|Do R7

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A prévia da inflação, medida pelo IPCA-15, acelerou para 0,20% em novembro.
  • No ano, o índice acumula alta de 4,15%, e nos últimos 12 meses, 4,50%.
  • Sete dos nove grupos de produtos pesquisados tiveram alta, com despesas pessoais destacando-se com 0,85% de aumento.
  • Passagens aéreas subiram 11,87%, enquanto combustíveis apresentaram queda na maioria dos itens.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Dados foram divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira Marcelo Camargo/Agência Brasil

A prévia da inflação, medida pelo IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15), acelerou e ficou em 0,20% em novembro, 0,02 ponto percentual acima da taxa registrada em outubro (0,18%), informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (26).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 4,15% e, nos últimos 12 meses, de 4,50%, abaixo dos 4,94% observados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2024, a taxa foi de 0,62%.


Esse índice se diferencia da inflação oficial, calculada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), pelo período de coleta das informações.

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Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta em novembro. O maior impacto positivo veio de despesas pessoais (0,85%), seguido de saúde e cuidados pessoais (0,29%) e transportes (0,22%).


As demais variações ficaram entre o recuo de 0,20% de artigos de residência e o aumento de 0,19% em vestuário.

Prévia inflação - novembro Luce Costa/ Arte R7

Despesas pessoais e saúde

No grupo de despesas pessoais, o resultado foi influenciado, principalmente, pelas altas na hospedagem (4,18%) e no pacote turístico (3,90%).


Já em saúde e cuidados pessoais, o destaque foi o plano de saúde (0,50%).

Alta nas passagens aéreas

Nos transportes, as passagens aéreas subiram 11,87% e teve o maior impacto individual no índice do mês (0,08 p.p.), além da queda de 0,46% nos combustíveis.


À exceção do gás veicular, que aumentou 0,20%, os demais apresentaram reduções nos preços: etanol (-0,54%), gasolina (-0,48%) e óleo diesel (-0,07%).

Alivio nos preços do leite, arroz e frutas

Após cinco meses de queda, alimentação e bebidas teve uma variação de 0,09%. A alimentação no domicílio permanece em queda, com redução de 0,15%, após recuar 0,10% no mês anterior.

Os resultados foram puxados pelo recuo do leite longa vida (-3,29%), do arroz (-3,10%) e das frutas(-1,60%). No lado das altas, destacaram-se a batata inglesa (11,47%), o óleo de soja (4,29%) e as carnes, com 0,68%.

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