Prévia do PIB brasileiro inicia 2026 com alta de 0,8% em janeiro
IBC-BR, indicador que estima atividade econômica no país, registrou crescimento após retração no resultado imediatamente anterior
Economia|Bruna Pauxis, do R7, em Brasília
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O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), que funciona como uma “prévia” do PIB (Produto Interno Bruto), teve alta de 0,8% em janeiro de 2026, na comparação com o mês anterior. Os dados, divulgados nesta segunda-feira (16) pelo BC (Banco Central), melhoraram em relação ao observado no fechamento de 2025 e superaram as expectativas do mercado financeiro.
A performance positiva foi impulsionada, principalmente, pelo setor de Serviços, que avançou 0,8% e tem o maior peso na composição do índice. A Indústria também contribuiu para a taxa, em virtude da expansão de 0,4% no período considerado.
O setor Agropecuário, porém, registrou queda de 1,5% e gerou pressão negativa, o que impediu um desempenho mais expressivo do índice geral. No trimestre de outubro de 2025 a janeiro de 2026, o IBC-Br apresentou alta de 0,8% e, no acumulado em 12 meses, avançou 2,3%. Contudo, em dezembro, recuou 0,2%.
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O IBC-Br funciona como um “termômetro” mensal da produção, do comércio e dos serviços no país. Ele foi criado para auxiliar o Copom (Comitê de Política Monetária) do BC na definição da Selic, a taxa básica de juros brasileira.
A Selic é o meio de a instituição financeira garantir o alcance da meta definida para a inflação. A medida causa reflexos nos valores dos itens, faz o crédito encarecer e estimula a população a poupar. Contudo, ao mesmo tempo em que taxas de juros mais altas permitem reduzir o índice geral de preços, elas podem dificultar a expansão da economia.
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