Inflação

Economia Previsão para inflação de 2023 cai pela 3ª semana e segue dentro dos limites da meta

Previsão para inflação de 2023 cai pela 3ª semana e segue dentro dos limites da meta

Nova expectativa mostra que o IPCA vai fechar o ano em 4,63%, variação dentro do intervalo perseguido pela 1ª vez desde 2020

  • Economia | Do R7

IPCA previsto para 2024 subiu para 3,9%

IPCA previsto para 2024 subiu para 3,9%

Edu Garcia/R7 - 04.09.2023

Os analistas do mercado financeiro consultados semanalmente pelo BC (Banco Central) recuaram, pela terceira vez seguida, suas projeções de alta para a inflação deste ano. Se as expectativas foram confirmadas, o índice oficial de preços fechará dentro do limite da meta pela primeira vez desde 2020.

Conforme as previsões divulgadas nesta segunda-feira (30), o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) vai encerrar 2023 com alta de 4,63%, ante a variação de 4,65% estimada nas últimas quatro semanas, quando o aumento considerado era de 4,86%.

Se confirmada, a expectativa mostra que a inflação oficial ficará dentro do teto da meta estabelecida pelo governo para o período, de 3,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual (de 1,75% para 4,75%).

No último RTI (Relatório Trimestral de Inflação), divulgado em setembro, o BC calcula que a probabilidade de a alta furar novamente o teto da meta do CMN (Conselho Monetário Nacional) passou de 61% para 67%.

Para outubro, a previsão é que o IPCA apresente alta de 0,28%, o que representará um leve quarto ganho de força diante do avanço dos preços de setembro (+0,26%). Para novembro e dezembro, as projeções são de alta do índice oficial de preços de, respectivamente, 0,3% e 0,5%.

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Na contramão das previsões para este ano, as expectativas para o índice do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2024 subiram de 3,87% para 3,9%. Já para 2025 e 2026, as projeções permanecem estáveis, em 3,5% para ambos os anos.

Com as atualizações, a aposta na cotação do dólar foi mantida em R$ 5. No entanto, entre os preços administrados, que incluem combustíveis, planos de saúde e energia elétrica, a expectativa caiu pela quarta vez seguida e passou para uma alta de 9,61%.

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