Logo R7.com
RecordPlus
‌

Produtos em supermercados ‘não têm nenhuma contaminação’ do vírus Newcastle, afirma especialista

Cinco países adotaram restrições a produtos avícolas brasileiros depois do caso da doença registrado em SC; 6.000 perus foram abatidos em granja comercial

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Cinco países impuseram restrições a produtos avícolas brasileiros após um caso do vírus Newcastle em Santa Catarina.
  • 6.000 perus foram abatidos em Nova Itaberaba, onde foi encontrado o foco da doença.
  • A ABPA destacou a resposta rápida e coordenada do Brasil, reforçando a confiança internacional na cadeia de proteína animal.
  • Especialista afirma que produtos em supermercados não estão contaminados, graças a inspeções constantes e medidas sanitárias.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cinco países adotaram restrições a produtos avícolas brasileiros depois do caso de Newcastle registrado em Santa Catarina. 6.000 perus foram abatidos de uma granja comercial em Nova Itaberaba, no oeste do estado, onde foi encontrado o foco da doença. A Malásia e o México suspenderam as importações de frango de todo o Brasil. China, Chile e Arábia Saudita limitaram a restrição aos produtos catarinenses.

A ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal) destacou que a experiência acumulada e a preparação prévia permitiram uma resposta rápida e coordenada, que as medidas sanitárias necessárias já foram adotadas, acompanhadas da comunicação às autoridades competentes e aos parceiros comerciais.

‌
Galpão de criação intensiva com centenas de frangos brancos agrupados em fileiras de comedouros e bebedouros
Doença não chegou ao ponto de colocar em risco o produto que vai para a mesa Reprodução/Record News

Além disso, a associação afirmou que a transparência e a organização da resposta fortalecem a confiança internacional na cadeia de proteína animal do Brasil e reforçam a posição do país como parceiro estratégico para a segurança alimentar das nações.

Em entrevista ao Conexão Record News desta quinta-feira (22), Miguel Daoud, analista de economia e política especializado em agronegócio, esclarece que “todos os produtos no Brasil inteiro que hoje chegam nas gôndolas do supermercado, no varejo, seguramente não têm nenhuma contaminação deste vírus. Esta é a chave da inspeção que se faz: você não espera acontecer para verificar, porque constantemente você faz essas inspeções”.

‌

Segundo Daoud, à medida em que esteja configurado, após uma inspeção, a liberação de mercado será feita. O economista explica que, ao detectar um vírus em uma granja, a primeira providência é confinar essa granja, abater os animais, comunicar todos os parceiros comerciais e confinar em torno de 10 quilômetros desde onde surgiu o vírus para verificar se houve, ou não, disseminação.

“O importante é que você, como um grande exportador, o maior exportador do planeta em proteína nesse sentido, tem que ter transparência, que é o que dá segurança para os seus compradores de que você tem o critério de fiscalização que dá segurança a todos aqueles que consomem os seus produtos”, afirma.

‌

O economista ressalta também que, nos últimos tempos, todas as verificações deste vírus concluíram que ele não chegou a contaminar o rebanho a ponto de colocar em risco o produto que vai para a mesa do brasileiro ou daqueles que compram do Brasil, tanto que é um protocolo para ter transparência, mas não existe nenhum risco.

Search Box

Análises, entrevistas e as notícias do Brasil e do mundo estão na RECORD NEWS. Acesse o site aqui e confira os principais conteúdos em texto e vídeo!

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.