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Reajustes em cursos superiores estão abaixo da inflação pelo 2º ano seguido em 2017, aponta pesquisa

Economia|Do R7

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Por Gabriela Mello

SÃO PAULO (Reuters) - A precificação de cursos de educação superior privada em 2017 está pelo segundo ano consecutivo abaixo do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), o que sugere pressão sobre as margens das empresas, segundo levantamento da plataforma Quero Educação divulgado nesta sexta-feira.

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Entre os fatores que limitam reajustes de preços por instituições privadas, a pesquisa cita o encolhimento do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e o desemprego ainda elevado no país.

A expectativa, contudo, é de que o setor de ensino superior se depare com melhores oportunidades de precificação a partir do segundo semestre, dados os primeiros sinais de recuperação da economia brasileira.

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As informações foram apuradas com base em dados do site Quero Bolsa, que reúne as ofertas de mais de 1.000 instituições de ensino superior privado e recebeu mais de 10 milhões de visitantes no primeiro semestre deste ano.

Ainda segundo o levantamento, Direito continua sendo o curso mais buscado entre os alunos que acessaram o site, mas observa-se uma procura cada vez maior por cursos de saúde neste ano.

"Já Engenharia civil e Arquitetura vêm perdendo posições no ranking dos cursos mais buscados desde 2014", disse André Narciso, diretor financeiro da Quero Educação, durante evento em São Paulo.

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