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SBM Offshore diz que autoridades dos EUA reabriram inquérito sobre corrupção

Economia|Do R7

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AMSTERDAM (Reuters) - A holandesa SBM Offshore, principal afretadora de plataformas de petróleo e gás do mundo, afirmou nesta quarta-feira que as autoridades norte-americanas reabriram um inquérito sobre alegações de suborno envolvendo a empresa holandesa.

A SBM chegou a um acordo recorde de 240 milhões de dólares, em novembro de 2014, com autoridades holandesas e norte-americanas relativas a acusações de corrupção em Angola, Brasil e Guiné Equatorial, envolvendo cerca de 200 milhões de dólares em subornos entre 2007 e 2011.

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A SBM Offshore disse em um comunicado que está reservando 245 milhões de dólares para um possível acordo com autoridades brasileiras, embora o momento para um acordo não esteja claro.

A empresa, que gera cerca de 60 por cento de sua receita no Brasil, está negociando com a Controladoria-Geral da União (CGU), no Brasil, um acordo de leniência relacionado ao escândalo de corrupção na Petrobras.

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Em dezembro, promotores brasileiros denunciaram 12 pessoas com envolvimento no esquema de corrupção, incluindo um cidadão dos Estados Unidos.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos tem "feito pedidos de informação relacionados com o inquérito. A empresa está buscando mais esclarecimentos sobre o alcance da investigação", disse SBM Offshore.

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No mês passado, o presidente-executivo da SBM Offshore Bruno Chabas, e o ex-membro do conselho Sietze Hepkema fecharam acordos com o Ministério Público Federal sobre acusações de "favorecimento pessoal", pagando multa de 60 mil dólares cada, sem reconhecerem culpa.

(Por Anthony Deutsch)

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