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Setor de serviços fica estável em agosto, influenciado por transportes e correios

Mesmo com leve queda no mês, indicador acumula 29ª alta seguida e reforça o papel do setor como principal motor da economia

Economia|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O volume de serviços no Brasil ficou estável em agosto, com uma variação de -0,1% em relação a julho, segundo o IBGE.
  • Os serviços prestados às famílias tiveram um avanço acumulado de 2,9%, enquanto o setor de informação e comunicação permaneceu estável.
  • Os setores de transportes e correios registraram queda, impactados pela menor receita de transporte aéreo e rodoviário de cargas.
  • O setor de informação e comunicação exerceu o principal impacto positivo, com um crescimento de 4,3%.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

De acordo com o IBGE, o serviço de transporte teve uma queda discreta, de 0,2% Paulo Pinto/Agência Brasil - Arquivo

O volume de serviços prestados no Brasil ficou estável em agosto, variando -0,1% em relação a julho, informou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Apesar da variação negativa, o índice cresceu 0,6%, seu 29º resultado positivo consecutivo. Segundo o instituto, as principais influências vieram de outras atividades — com queda de 1% —, transportes (-0,2%) e serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,2%), que eliminaram, integralmente ou em parte, os ganhos verificados no mês de julho.

Por outro lado, os serviços prestados às famílias registraram o segundo avanço consecutivo, com ganho acumulado de 2,9%. Já a área de informação e comunicação não teve alteração, mostrando estabilidade no mês analisado.

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📌O setor de serviços é o principal motor da economia, porque representa cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) e 80% dos empregos formais.

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Duas das cinco atividades pesquisadas recuaram: os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-2,8%) e outros serviços (-2,5%). O resultado foi impactado pela menor receita do transporte aéreo de passageiros, do rodoviário de cargas, da logística de transporte de cargas, do ferroviário de cargas e da atividade de correio, no primeiro setor; e de serviços financeiros auxiliares, no segundo.

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No caso dos setores de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (-1,5%) e de outros serviços (-0,3%), a queda foi pressionada, principalmente, pela menor receita vinda de transporte aéreo de passageiros; logística de cargas; atividades de correio e gestão de portos e terminais, no primeiro ramo; e de serviços financeiros auxiliares, no último.

As outras três atividades pesquisadas registraram alta, assim como 44,6% dos 166 tipos de serviços investigados. Entre esses setores, o de informação e comunicação (4,3%) exerceu o principal impacto positivo, impulsionando a receita em telecomunicações, tratamento de dados, provedores de serviços de aplicação e serviços de hospedagem na internet, por exemplo.

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As outras duas atividades em alta foram serviços profissionais, administrativos e complementares, com 1,7%, e serviços prestados às famílias (4,4%).

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