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Setor de serviços recua em dezembro, mas fecha 2025 com alta de 2,8%, segundo IBGE

Resultado de todo o ano passado levou a quinto ano seguido de crescimento, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços

Economia|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Setor de serviços recuou 0,4% em dezembro de 2025, interrompendo uma sequência de nove resultados positivos.
  • O setor fechou o ano com alta de 2,8%, representando o quinto ano seguido de crescimento.
  • Três das cinco atividades do setor apresentaram taxas negativas, com destaque para as quedas em São Paulo e Santa Catarina.
  • O recuo foi amplamente influenciado pelo setor de transportes, que apresentou perdas em todos os modais investigados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Taxas positivas do mês apareceram em informação e comunicação (1,7%) e serviços para as famílias (1,1%) Dragos Condrea/Pixabay - Arquivo

O setor de serviços, responsável por cerca de 70% do PIB (Produto Interno Bruto) nacional, recuou 0,4% em dezembro de 2025, o que interrompeu uma sequência de nove meses com resultados positivos e um com estabilidade. Contudo, em 12 meses, o indicador fechou com alta de 2,8%.

O resultado de 2025 representa o quinto ano seguido de crescimento do ramo, segundo a PMS (Pesquisa Mensal de Serviços) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgada nesta quinta-feira (12).


Em dezembro último, o setor ficou 0,4% abaixo do auge da série histórica, alcançado em novembro de 2025, e 19,6% acima do patamar pré-pandemia, em fevereiro de 2020.

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No fim do ano passado, três das cinco atividades consideradas tiveram resultados negativos, e 16 das 27 unidades da Federação apresentaram retração no volume de serviços, na comparação com o mês anterior.


Entre os locais com taxas negativas, os impactos mais intensos foram observados em São Paulo (-0,3%), em Santa Catarina (-3,9%) e no Rio Grande do Sul (-2,8%), com Pará (-7,3%), Minas Gerais (-0,8%), Ceará (-3,3%) e Mato Grosso do Sul (-5,2%) a seguir.

Ao mesmo tempo, o resultado de dezembro foi influenciado pela queda no setor de transportes, que revelou taxas negativas para todos os modais:


• Aéreo (-5,5%);

• Terrestre (-1,7%);


• Aquaviário (-1,4%);

• Armazenagem, serviços auxiliares dos transportes e correio (-4,9%).

As demais perdas partiram de outros serviços (-3,4%) e de profissionais e administrativos (-0,3%). As únicas taxas positivas do mês apareceram nos grupos de informação e comunicação (1,7%) e atividades prestadas às famílias (1,1%).

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