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Sindicalização volta a crescer após sequência de quedas e alcança 8,9%

Último incremento antes de 2024 se deu em 2013, quando foi registrado crescimento de 189 mil sindicalizados

Economia|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O número de trabalhadores sindicalizados cresceu para 8,9% em 2024, após anos de queda.
  • Em 2023, a taxa de sindicalização era de 8,4%, com 8,3 milhões de sindicalizados.
  • O último aumento significativo antes de 2024 ocorreu em 2013, com 189 mil novos sindicalizados.
  • Mesmo com o aumento, a taxa de 2024 ainda é 7,2 pontos percentuais inferior à de 2012.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Sindicalização aumenta em 2024 Antonio Cruz/Agência Barsi

O número de trabalhadores sindicalizados voltou a crescer em 2024, alcançando 8,9% dos empregados, após anos de retração. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua sobre Características Adicionais de Mercado de Trabalho, divulgada nesta quarta-feira (19).

O levantamento, feito pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), revela que entre os 101,3 milhões de ocupados no país, 9,1 milhões eram associados a sindicatos — o equivalente a 8,9% do total. Em 2023, essa taxa foi de 8,4%, com 8,3 milhões de sindicalizados.


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O último incremento antes de 2024 se deu em 2013, quando foi registrado crescimento de 189 mil sindicalizados. Depois, a população ocupada associada a sindicatos seguiu tendência de redução.

“Esse movimentou acentuou-se em 2016, no qual a queda da sindicalização foi acompanhada também da retração da população ocupada total. A partir de 2017, embora com ocupação crescente, o número de trabalhadores sindicalizados apresentou perdas de mais de um milhão de associados em alguns anos e; em 2023, foi registrada a menor taxa de sindicalização de toda a série histórica (8,4%)”, detalhou a pesquisa.


Todos os grupos de atividades apresentaram aumento nas taxas de sindicalização. O destaque foi para Administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (15,5%) e Indústria geral (11,4%), ambas com um aumento de 1,1 p.p.

Apesar do aumento, o número de 2024 ainda representa uma redução de 7,2 pontos percentuais em relação a 2012, o início da série histórica, quando a taxa era de 16,1%.

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