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Ternium subscreve R$193,5 milhões em aumento de capital da Usiminas

Economia|Do R7

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SÃO PAULO (Reuters) - A Ternium informou nesta segunda-feira que subscreveu ações no aumento de capital da Usiminas, reservando 38,7 milhões de ações ordinárias, em um valor total a que tinha direito de 193,5 milhões de reais.

A companhia informou ainda que tem interesse em subscrever eventuais sobras de papéis não reservados por acionistas "até um valor a ser especificado" mais adiante na operação de aumento de capital.

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O montante final de ações a serem adquiridas pelo grupo Ternium deve ser divulgado em 14 de junho, quando a segunda etapa da oferta será concluída.

Na semana passada, a CSN, maior acionista minoritária da Usiminas, informou que havia subscrito cerca de 35,8 milhões de ações no aumento de capital da rival, em um valor total de 178,8 milhões de reais.

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Mas a subscrição da CSN foi depositada em juízo, à espera de decisão da Justiça sobre processo em que a empresa cobra utilização de recursos da mineradora Musa, unidade da Usiminas, para reduzir o montante do aumento de capital da rival.

O valor a ser levantado pela Usiminas junto a seus acionistas foi decidido em assembleia em abril. A proposta de 1 bilhão de reais foi feita pela Nippon Steel, que considera o valor como essencial para garantir a sobrevivência financeira da Usiminas e permitir que o grupo japonês Sumitomo Corporation autorize repasse de recursos da Musa para a siderúrgica.

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O aumento de capital envolve emissão de 200 milhões de novas ações ordinárias a 5 reais cada. A Nippon Steel divide o controle da Usiminas com o grupo Techint, que controla a Ternium.

A operação conta com garantia de subscrição pelo grupo Nippon das ações a que tem direito e de eventuais sobras até o limite de 1 bilhão de reais.

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Além do repasse de recursos da Musa, a concretização do aumento de capital é fundamental para que bancos renegociem a dívida da Usiminas em meio a um plano de reestruturação das finanças da maior produtora de aços planos do país.

A Usiminas encerrou o primeiro trimestre com um sétimo prejuízo consecutivo, dívida bruta de 7,4 bilhões de reais e caixa de 1,736 bilhão.

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(Por Alberto Alerigi Jr.)

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