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Varejo de artigos para casa celebra crescimento mesmo após mudança no comportamento do consumidor

Setor deve registrar R$ 119 bilhões em vendas em 2025; segundo presidente da ABCasa, comprador está menos impulsivo

Economia|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O varejo de artigos para casa deve crescer 5,7% em 2025, com vendas de R$ 119 bilhões.
  • O brasileiro continua consumindo, mas de maneira mais criteriosa devido às altas taxas de juros.
  • A produção nacional foi de R$ 65 bilhões, enquanto o consumo interno chegou a R$ 72 bilhões.
  • O comportamento de compra dos consumidores mudou para decisões mais racionais e avaliação do custo-benefício.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O varejo de artigos para casa deve fechar o último ciclo, encerrado em 2025, com um crescimento de 5,7% em relação a 2024, num total de R$ 119 bilhões em vendas. A estimativa da ABCasa (Associação Brasileira de Artigos para Casa, Decoração, Presentes e Utilidades Domésticas) mostra que o brasileiro não deixou de consumir, mesmo com as elevadas taxas de juros, mas passou a comprar de forma mais criteriosa.

Ainda nos dados apresentados, a produção nacional alcançou R$ 65 bilhões, enquanto o consumo interno aparente chegou a R$ 72 bilhões. Eduardo Cincinato presidente da ABCasa, explica que o resultado é um reflexo do controle do setor na inflação dos preços em 2,13%, abaixo do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), e com um modelo adaptado ao comportamento dos consumidores.

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Casa com parede azul lateral direita, exibe uma parede branca ao fundo com alguns eletrodomésticos, uma estante e uma TV
Presidente de entidade aponta adaptação do mercado como um dos fatores do sucesso Reprodução/Record News

Cincinato ainda cita alguns fatores por trás dos resultados, como a pressão de custos, margens mais apertadas, consumo dos estoques por parte do varejo e o aumento da competitividade com produtos importados.

Ele menciona que o crescimento das vendas do varejo por importações é essencial para não haver dependência da produção nacional.

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“O brasileiro está consumindo de forma diferente. Ele não deixou de comprar artigos para casa, mas está muito mais estratégico. Ele acaba pesquisando mais e prioriza itens essenciais. Há menos compra por impulso e mais decisão racional. O custo-benefício passou a ser determinante. Isso exige do varejo e da indústria mais eficiência, mais criatividade e um portfólio que entregue valor real”, destaca Cincinato.

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