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Vendas de cerveja da Heineken crescem em todas as regiões; Brasil ajuda

Economia|Do R7

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Por Philip Blenkinsop

BRUXELAS (Reuters) - A Heineken, segunda maior cervejaria do mundo, aumentou as vendas de cerveja em todas as quatro regiões do mundo no terceiro trimestre, com Brasil e México entre os destaques, e manteve as perspectivas para o ano.

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A fabricante holandesa da Heineken, a cerveja mais vendida da Europa, assim como das marcas Tiger, Sol e a cidra Strongbow, disse nesta quarta-feira que o volume consolidado de cerveja aumentou 4,6 por cento em relação ao ano anterior, para 6,26 bilhões de litros no período de julho a setembro, em linha com a expectativa de analistas consultados pela Reuters, de 6,25 bilhões de litros.

"O crescimento do volume continuou no terceiro trimestre, beneficiando-se do bom tempo na Europa e do forte crescimento no Brasil, México, Vietnã e África do Sul", disse em comunicado o presidente-executivo, Jean-François van Boxmeer.

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As vendas da Heineken Lager, marca global premium da empresa em que as margens são maiores, aumentaram 9,2 por cento, com forte crescimento no Brasil, África do Sul, França e Rússia.

Os únicos pontos negativos foram o declínio das vendas de cerveja na Nigéria, um importante mercado para a cervejaria, bem como na República Democrática do Congo, Camboja, Polônia e Espanha. As vendas de cerveja Heineken também caíram na região da Ásia-Pacífico.

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A companhia disse que suas expectativas para o ano não foram alteradas. A Heineken cortou sua previsão de margem para o ano todo em julho, devido à fraqueza da moeda em alguns mercados mais lucrativos, como o México e o Vietnã, e a expansão no Brasil.

A cervejaria disse que sua margem de lucro operacional diminuiria em 20 pontos-base este ano, em comparação com uma previsão anterior de um aumento de 25 pontos-base.

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A Heineken adquiriu as operações deficitárias brasileiras da japonesa Kirin em 2017 para se tornar a segunda participante do país da América do Sul, e já havia alertado para um impacto dilutivo em suas margens.

(Por Philip Blenkinsop)

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