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Vendas no varejo têm alta de 6,1% em 2019, diz Fecomércio-SP 

Segundo a federação, empresas do Estado de São Paulo registraram em dezembro faturamento real 14% acima da média dos 11 meses anteriores 

Economia|Do R7

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As vendas do varejo no Estado de São Paulo tiveram alta de 6% em dezembro, na comparação com o mesmo período do ano passado, divulgou nesta quinta-feira (27) a Fecomércio-SP (Federação do Comércio do Estado de São Paulo).

No total, foram comercializados R$ 77,2 bilhões em um único mês, R$ 4,3 bilhões a mais do que em 2018. "Foi a maior cifra para o mês de dezembro desde o começo da série histórica, em 2008", afirma o release da Fecomércio.

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No fechamento do ano de 2019, a elevação ficou em 6,1%, ou R$ 43,3 bilhões a mais do que o obtido no ano anterior.

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De acordo com a FecomercioSP, os dados de 2019 confirmaram as estimativas de boas vendas no Natal. Houve um faturamento real 14% acima da média dos 11 meses anteriores a dezembro. Isso porque, de acordo com a entidade, a confiança dos consumidores e dos empresários aumentou, "em razão de mercado de trabalho mais aquecido, juros reduzidos e inflação controlada".

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A projeção da entidade é que o faturamento aumente 5% neste ano. 

Principais resultados

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Todas as nove atividades pesquisadas do varejo obtiveram alta em dezembro, com destaque para eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamento (19,3%) e outras atividades (7,5%). Juntos, contribuíram para o resultado geral com 3 pontos porcentuais (p.p.).

Em dezembro, as vendas do varejo na capital paulista registraram alta de 2,1% na comparação com o mesmo mês de 2018, atingindo R$ 23,4 bilhões – R$ 475,7 milhões a mais do que no ano anterior. Trata-se da maior cifra para um mês de dezembro desde 2008, início da série histórica. 

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Das nove atividades pesquisadas do varejo, sete obtiveram alta em seu faturamento real no comparativo anual em dezembro, com destaque para os setores de farmácias e perfumarias (10,2%); e de outras atividades (8,1%). 

O segmento de concessionárias de veículos (-3,6%) e supermercados (-0,6%) registraram baixa e tiveram impacto negativo de 0,7 ponto porcentual.

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