Abrem nesta sexta (1º) as inscrições para vagas olímpicas da Unicamp 2024; saiba como fazer
Ao todo, são 129 vagas de 35 opções de curso; o resultado do processo será divulgado em 29 de janeiro
Educação|Do R7

Abriram nesta sexta-feira (1º) as inscrições para o processo de vagas olímpicas na Unicamp 2024, a todos os candidatos que desejem concorrer a uma das 129 vagas de 35 cursos.
O vestibular é destinado a todos os alunos medalhistas ou que tenham um desempenho notável em competições de conhecimento do ensino médio — desde que sejam reconhecidos pela Comissão Permanente para os Vestibulares da Unicamp (Comvest) e que tenham sido conquistados nos últimos dois anos.
Os interessados têm até as 17h (horário de Brasília) do dia 10 de janeiro para se inscrever. O processo é gratuito. O candidato pode escolher até dois cursos de graduação, sendo um deles o principal. É necessário consultar as modalidades disponíveis e suas respectivas pontuações, conforme cada competição.
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Na aplicação, é preciso enviar, no máximo, dois documentos que comprovem a premiação do estudante — um para cada opção de curso.
A distribuição das vagas será realizada de forma decrescente e separada para cada curso. Desse modo, os inscritos que tiverem selecionado um curso como primeira opção serão convocados de acordo com suas pontuações em olimpíadas ou competições. Em casos de vagas remanescentes, serão chamados os candidatos que tiverem optado por aquele curso como segunda opção.
O resultado será divulgado às 15h, em 29 de janeiro. Ao todo, serão cinco chamadas.

Clarice Lispector (1920-1977) De origem ucraniana, Chaya Pinkhasivna Lispector emigrou para o Brasil em 1922 com seus familiares em razão da perseguição sofrida pelos judeus ucranianos em sua terra natal. A romancista e contista apresenta em sua obra t...
Clarice Lispector (1920-1977) De origem ucraniana, Chaya Pinkhasivna Lispector emigrou para o Brasil em 1922 com seus familiares em razão da perseguição sofrida pelos judeus ucranianos em sua terra natal. A romancista e contista apresenta em sua obra traços bastante específicos, como a ruptura com a narrativa factual, e o uso intenso de fluxo de consciência e de metáforas, como sublinhou o crítico literário Alfredo Bosi LEIA MAIS: Fuvest: nova lista de livros obrigatórios terá só autoras pela primeira vez na história




















