Educação Estudo mostra como ensino tem avançado apesar da pandemia

Estudo mostra como ensino tem avançado apesar da pandemia

Pesquisa realizada pelo NIC.br indica como cada país conseguiu prosseguir com as aulas, mesmo diante do fechamento das escolas

Estudo setorial foi divulgado nesta quinta-feira em um webinar

Estudo setorial foi divulgado nesta quinta-feira em um webinar

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Um estudo do NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) lançado nesta quinta-feira (25) mostra como cada país conseguiu prosseguir com as aulas, mesmo diante do fechamento das escolas durante a pandemia da Covid-19.

Divulgado pelo Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação), o estudo setorial "Educação e tecnologias digitais: desafios e estratégias para a continuidade da aprendizagem em tempos de Covid-19", foi apresentada em um webinar, marcado também pelo lançamento das edições 2020 dos livros das pesquisas TIC Domicílios, TIC Educação e TIC Kids Online Brasil.

Dos seus cinco capítulos da publicação, dois são dedicados ao Brasil. Um deles é de autoria de especialistas do Cetic.br|NIC.br. A apresentação do livro é assinada pelo diretor-presidente do NIC.br, Demi Getschko.

A partir do reprocessamento dos dados da pesquisa TIC Educação 2020 referentes às escolas públicas e discutidos no capítulo do Cetic.br, como a falta de dispositivos, computadores e celulares.  O estudo também mostra que o acesso à Internet nos domicílios dos alunos foi um desafio para 93% das escolas públicas no Brasil (o que corresponde a 94 mil instituições).

Outro desafio foi sobre o uso de recursos de tecnologia durante as atividades pedagógicas. Para 63% dos professores das escolas públicas, há falta de habilidade para o uso adequado das ferramentas disponibilizadas.

A medida mais citada pelas escolas públicas para a continuidade do ensino, de acordo com o levantamento, foi o agendamento de dia e horário para que os pais e responsáveis pudessem buscar na escola as atividades e materiais pedagógicos impressos, o que representou 93%.

Assinam os demais capítulos do estudo representantes da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), do Banco Mundial, da Fundação Ceibal (Uruguai), e das universidades: UFBA (Federal da Bahia), de UnB (Universidade de Brasília), da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) e da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O estudo setorial completo está disponível para consulta na página do Cetic.br.

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