Foi treineiro na Fuvest? Veja como aproveitar a experiência em 2024
Participar dos vestibulares ajuda o estudante a controlar o tempo, testar conhecimentos e melhorar estratégias durante a prova
Educação|Beatriz Kawai*, do R7

Participar dos vestibulares antes de fazer a prova para valer é essencial para identificar seus pontos fortes e fracos e melhorar o desempenho nas provas. Com base nisso, você pode criar estratégias de acordo com a prova e com o seu nível de conhecimento.
Por exemplo, você pode se dedicar a estudar mais matemática antes de alguma prova ou se preparar para não perder muito tempo respondendo questões específicas.
Ao realizar o exame, é possível observar se a estratégia de estudo foi eficaz, ou seja, ver se o estudante está confiante durante a prova e se esse sentimento foi correspondente ao número de questões acertadas.
A dica é treinar o máximo que der: seja com simulados em casa ou na sala de aula e edições anteriores. Porém, como nada supera a prática, o ideal é se inscrever no vestibular como treineiro.
Para João Pitoscio Filho, coordenador pedagógico do cursinho Etapa, a experiência é valiosa para testar os conhecimentos, administrar o tempo e aprimorar as estratégias para a prova. "O período de estudo precisa ser constante, portanto, manter uma rotina saudável é fundamental para evitar o esgotamento mental e/ou físico ao longo do ano", aconselha.
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O momento também é válido para refletir sobre dificuldades que surgiram durante a prova. No caso de um aluno que perdeu muito tempo resolvendo uma questão, vale a pena entender qual o problema e se é o caso de reforçar os estudos naquelas matérias em que o desempenho foi pior.
"A partir do momento em que é possível obter os dados do que faltou para um bom rendimento, o que é preciso aprimorar de conteúdo e disciplina, além da avaliação da estratégia, é possível criar um plano de estudos", destaca Patrick Jonny Colman Quadros, coordenador pedagógico do Poliedro Colégio.
Ainda, ser treineiro ajuda o estudante a praticar a logística do dia: por exemplo, os documentos, materiais e comida levar. Podem ser treineiros aqueles que ainda não completaram o ensino médio e estão fazendo a prova somente para testar os conhecimentos e modelo de avaliação.
Pitoscio sugere que os estudantes que estão indo para o 2º ano do ensino médio mantenham a rotina de estudo, apenas com os ajustes aprendidos e se inscrevam para fazer a prova. Aqueles indo para o último ano da escola devem aproveitar o máximo possível da experiência como treineiro no ano anterior, já que a rotina do 3º ano do ensino médio tende a ficar bem mais corrida.
*Sob supervisão de Pedro Marques
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Tiago Yukio Palomino, Mariana Warmling dos Santos e Nykolas Nascimento Jesus foram os únicos estudantes com autismo entre os 1.150 medalhistas de ouro na Obmep (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) de 2023. Os jovens competiram com ...
Tiago Yukio Palomino, Mariana Warmling dos Santos e Nykolas Nascimento Jesus foram os únicos estudantes com autismo entre os 1.150 medalhistas de ouro na Obmep (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas) de 2023. Os jovens competiram com 18.159.636 estudantes de 54.488 escolas. De todos os participantes que responderam à prova objetiva na primeira fase, somente 5% dos estudantes com as maiores notas foram aprovados para a segunda e última fase do campeonato. Fizeram parte da olimpíada alunos do 6º ano do ensino fundamental ao 3º ano do ensino médio CONFIRA: Conheça os estudantes com autismo que levaram medalha de ouro na Olimpíada de Matemática






















