Ministro da Educação assume falha e se defende com erros de jornais
Abraham Weintraub disse que leu e deixou passar erros de português em ofício enviado a Paulo Guedes, mas apontou falhas ortográficas da imprensa
Educação|Guilherme Padin, do R7

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, utilizou sua conta no Twitter, na noite desta sexta-feira (30), para justificar os erros cometidos em um ofício enviado a Paulo Guedes, responsável pela pasta da Economia, no qual a palavra "paralisação" foi escrita com a letra "z" duas vezes.
No comunicado pela rede social, o ministro assumiu a falha e, para defender que “erros acontecem”, usou como exemplo textos com erros de grafia dos veículos Estadão e Brasil 247.
“Minha responsabilidade. Não escrevi, mas li e deixei passar. Assim como quem escreveu e editou as matérias do Estadão e do Brasil 247. Só para lembrar que Congresso é com dois “S” e “Boslonaro” é Bolsonaro. Erros acontecem.”, escreveu Weintraub na rede social.
No documento que havia sido enviado a Guedes, ele alertou que os recursos previstos para o ministério em 2020 não são suficientes para a prestação de serviços públicos como a compra de livros escolares, e poderiam levar à interrupção das atividades em universidades públicas.
O ofício indicava a preocupação de Weintraub com temas caros ao governo de Jair Bolsonaro, como a ampliação do número de escolas cívico-militares. O ministro disse que há risco de "recepção desfavorável na sociedade em geral e na imprensa" se bolsas de estudo no País e exterior fossem suspensas.















