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Unicamp 2024: confira correções do 1º dia de provas da 2ª fase

Redação foi elogiada por estimular o candidato a produzir um texto autoral e fora dos padrões

Educação|Do R7

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Em linhas gerais, a prova foi elogiada por estimular os candidatos a apresentarem respostas interpretativas
Em linhas gerais, a prova foi elogiada por estimular os candidatos a apresentarem respostas interpretativas

Começou neste domingo a segunda fase do processo seletivo da Unicamp 2024. No primeiro dia de prova, foram apresentadas dez questões: seis de língua portuguesa e literatura, duas questões interdisciplinares de língua inglesa e duas questões de ciências da natureza.

A prova contou também com uma redação, que teve a proposta bastante elogiada por professores de cursinho. “Exige autoria do candidato, impedindo-o, muitas vezes, de usar os modelos prontos de redação. A redação da Unicamp exige bastante do candidato. É, sem dúvida, uma das melhores no país, atualmente”, disse Danieli Ferreira, professora de redação do Curso e Colégio Oficina do Estudante.


“Trata-se, portanto, de uma proposta em linha com o modelo de redação que vem sendo adotado pela banca: uma produção textual em uma situação concreta apresentada, sobre tema socialmente relevante”, afirma o comentário do Anglo.

Em linhas gerais, a prova foi elogiada por estimular os candidatos a apresentarem respostas interpretativas e que exigem o conhecimento de vários temas para garantir uma das 2.537 vagas oferecidas neste ano pela instituição. Confira abaixo as resoluções dos cursinhos Anglo e Oficina do Estudante.


Anglo

Oficina do Estudante


Abstenção

A Unicamp divulgou o caderno de provas do primeiro dia da segunda fase do processo seletivo, que aconteceu neste domingo (3). Cerca de 12,5 mil candidatos participaram do exame; eles concorrem a uma das 2.537 vagas oferecidas pela instituição, distribuídas em 69 cursos de graduação. As aulas começam no primeiro semestre de 2024.

Segundo a Unicamp, o índice de abstenção em 2023 ficou em 7,6%, praticamente o mesmo de 2022, quando foi de 7,8%. Na avaliação da instituição, isso mostra que a realização da prova de dezembro favorece o comparecimento dos alunos, disse José Alves de Freitas Neto, coordenador do processo seletivo.


“Antes, quando as provas eram em janeiro, nossa média histórica era de 11%. Desde 2020, quando as provas começaram a ser realizadas em dezembro, a abstenção ficou em torno de 7,5%”, acrescentou o professor.

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