Educação Universidade Federal do Mato Grosso fica sem luz

Universidade Federal do Mato Grosso fica sem luz

MEC anuncia, por meio de nota, que tomará as medidas necessárias para religar a energia elétrica nos quatro campi da instituição federal

  • Educação | Do R7

Reitoria da UFMT: instituição está sem luz

Reitoria da UFMT: instituição está sem luz

Wikimedia Commons

A UFMT (Universidade Federal do Mato Grosso) ficou sem luz desde às 11h desta terça-feira (16) até o fim da tarde. A Energisa, concessionária responsável pelo fornecimento de energia elétrica no Estado, exigiu o pagamento das contas atrasadas, o que foi feito à tarde. 

O R7 teve a confirmação que a instituição estava sem luz e em negociação com a Energisa para o restabelecimento da energia nos cinco campi.

A UFMT afirma que "foi surpreendida" com o corte de energia em todos os cinco campi do Estado. "Durante todo o dia, a comunidade universitária uniu esforços e permaneceu mobilizada para minimizar os efeitos do corte de energia elétrica."

A instituição destaca ainda que, dirigiu-se à Energisa, imediatamente após a liberação do repasse pelo MEC, para demonstrar o pagamento da fatura pendente no valor de aproximadamente R$ 1,8 milhão e companhia efetuou a religação da energia elétrica no final desta tarde.

Por meio de nota, o MEC (Ministério da Educação) informa que, "após ter conhecimento da falta de luz na Universidade Federal do Mato Grosso, o ministro, Abraham Weintraub, vai adotar medidas emergenciais para a religação imediata de energia elétrica nos quatro campi que compõem a Universidade. O ministro irá ainda tomar as medidas cabíveis tanto administrativas como judiciais para a responsabilização dos envolvidos pela má gestão na UFMT".

Ainda, segundo a nota, "o ministro tomou conhecimento da situação na última quinta-feira (11) quando chamou a reitora ao Ministério e autorizou o repasse de R$ 4,5 milhões para que a reitoria da UFMT, nomeada há três anos, quitasse a dívida das contas de luz com a concessionária de Mato Grosso. Os valores, herdados no governo anterior, correspondem ao montante de R$ 1,8 milhão. A liberação do limite de empenho foi realizada na sexta-feira da semana passada com o compromisso da reitora para o pagamento imediato da referida dívida".

Pagamento

A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) afirmou em nota que foi surpreendida com o corte simultâneo de energia elétrica em todos os cinco Câmpus do Estado (Cuiabá, Várzea Grande, Araguaia, Rondonópolis e Sinop), além da Base de Pesquisa do Pantanal.

"Logo após o corte, a universidade entrou em contato com o Ministério da Educação (MEC), solicitando a liberação de recursos financeiros necessários para o pagamento da fatura de energia. Durante todo o dia, a comunidade universitária uniu esforços e permaneceu mobilizada para minimizar os efeitos do corte de energia elétrica", afirmou a universidade.

De acordo com a UFMT, "após a liberação do repasse pelo MEC, imediatamente dirigiu-se à Energisa para demonstrar o pagamento da fatura pendente no valor de aproximadamente R$ 1,8 milhão. A Energisa comprometeu-se a efetuar a religação da energia elétrica, o que ocorreu no final desta tarde".

"A UFMT agradece a comunidade acadêmica na busca pelo ensino, pesquisa e extensão gratuitos e de qualidade", disse em nota.

Últimas