Eleições 2020 José de Filippi Júnior (PT) é eleito prefeito de Diadema no 2º turno

José de Filippi Júnior (PT) é eleito prefeito de Diadema no 2º turno

Petista vai comandar pelos próximos quatro anos o cargo que já liderou por três mandatos (1993-1996 e 2001-2008)

Vitória de Filippi coloca PT de volta no comando de Diadema

Vitória de Filippi coloca PT de volta no comando de Diadema

Divulgação

O ex-prefeito de Diadema (SP) José de Filippi Júnior (PT) foi eleito neste domingo (29) para voltar ao comando da cidade pelos próximos quatro anos.

Com 100% das urnas apuradas, ele já havia conquistado 51,35% dos votos válidos (106.849) e não pode ser alcançado por Taka Yamauchi (PSD), que disputava o segundo turno com o petista e foi preferido por 101.231 (48,65%) dos eleitores. Os votos brancos somaram 3,36% (7.859 votos), e os nulos, 7,42% (17.295).

Acompanhe o 2º turno das Eleições 2020 pelo Brasil

A eleição de Filippi coloca o PT de volta no comando da cidade localizada no ABC Paulista após duas gestões consecutivas de Lauro Michels Sobrinho (PV). O município foi o local em que a sigla conquistou sua primeira prefeitura municipal, em 1982.

Perfil

Nascido na cidade de Espírito Santo do Pinhal (SP), em 1957, Filippi já comandou Diadema por três gestões, entre 1993 e 1996, e de 2001 a 2008. Casado com a assistente social Inês Maria desde 1984, ele é pai de dois filhos, Pedro e Lucas.

Formado em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo, ele foi secretário de Obras de Diadema por dois mandatos. Em 1998, foi eleito deputado estadual.

Em 2010, foi eleito deputado federal ao receber quase 150 mil votos. Ficou no cargo por três anos, quando foi convidado para assumir a Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo.

Tesoureiro das campanhas dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, Filippi foi alvo de uma operação da PF (Polícia Federal) no âmbito da Operação Lava Jato em 2016.

Segundo o Ministério Público Federal, Filippi teria recebido propina da UTC Engenharia em decorrência de contratos firmados com a Petrobras. A afirmação foi passada pelos delatores Ricardo Pessoa e Walmir Pinheiro. O petista, no entanto, nunca foi acusado formalmente.

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