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Distrito Federal cria grupo de inteligência para monitorar eleições

Célula integrada terá atuação das forças de segurança, de secretarias distritais e de ministérios do governo

2026|Do R7, em Brasília

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O Distrito Federal criou a Célula Integrada de Inteligência para monitorar as eleições com a participação de 22 órgãos federais e distritais.
  • A operação Rede Interrompida da Polícia Civil do DF foi deflagrada para combater o extremismo violento e antecipou a criação do grupo de inteligência.
  • A célula funcionará até o fim do processo eleitoral em regime de plantão presencial e virtual, seguindo protocolos de grandes eventos e operações complexas.
  • O grupo alvo da operação planejava ataques contra candidatos à Presidência e disseminava discursos de ódio, com ações em cinco estados brasileiros.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Criação do grupo foi antecipada após operação Rede Interrompida Marcelo Camargo/Agência Brasil - Arquivo

O Distrito Federal instala nesta terça-feira (4) a Célula Integrada de Inteligência para monitorar as eleições, com atuação do Poder Judiciário, Ministério Público, das forças de segurança, de secretarias distritais e de ministérios do governo.

Ao todo, representantes de 22 órgãos federais e distritais se reúnem para alinhar a atuação da força-tarefa.


A operação da Polícia Civil do DF Rede Interrompida, contra o extremismo violento, deflagrada nesta terça, antecipou a criação do grupo para reforçar ações preventivas.

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A célula vai ficar em funcionamento até o fim do processo eleitoral deste ano em regime de plantão presencial e virtual.


Segundo a SSP-DF (Secretaria de Segurança Pública), o modelo segue protocolos já adotados em grandes eventos e operações de alta complexidade, com foco na preservação da ordem pública e na garantia da normalidade do processo eleitoral.

Operação

O grupo alvo da operação planejava um ataque contra os candidatos à Presidência da República. De acordo com as investigações, integrantes da quadrilha ensinavam a produzir bombas e veneno.


As apurações apontaram que o grupo usava o ambiente virtual para compartilhar manuais de fabricação de artefatos explosivos, discutir estratégias de recrutamento e disseminar discursos de ódio direcionados, entre outros grupos, a mulheres em posição de autoridade.

A Operação Rede Interrompida mira ao menos oito pessoas, em cinco estados brasileiros: Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.


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