DF cria grupo de inteligência para monitorar eleições
Célula integrada terá atuação das forças de segurança, de secretarias distritais e de ministérios do governo federal
2026|Do R7, em Brasília
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O Distrito Federal instala nesta terça-feira (4) a Célula Integrada de Inteligência para monitorar as eleições, com atuação do Poder Judiciário, Ministério Público, das forças de segurança, de secretarias distritais e de ministérios do governo federal.
Ao todo, representantes de 22 órgãos federais e distritais se reúnem para alinhar a atuação da força-tarefa.
A Operação Rede Interrompida, deflagrada nesta terça pela Polícia Civil do DF contra o extremismo violento, antecipou a criação do grupo para reforçar ações preventivas.
A célula vai ficar em funcionamento em regime de plantão presencial e virtual até o fim do processo eleitoral deste ano.
Segundo a SSP-DF (Secretaria de Segurança Pública), o modelo segue protocolos já adotados em grandes eventos e operações de alta complexidade, com foco na preservação da ordem pública e na garantia da normalidade do pleito.
Plano de ataque
O grupo alvo da operação planejava um ataque contra os candidatos à Presidência da República. De acordo com as investigações, integrantes da quadrilha ensinavam a produzir bombas e veneno.
As investigações apontaram que o grupo usava o ambiente virtual para compartilhar manuais de fabricação de artefatos explosivos, discutir estratégias de recrutamento e disseminar discursos de ódio direcionados, entre outros grupos, a mulheres em posições de autoridade.
A Operação Rede Interrompida mira ao menos oito pessoas, em cinco estados: Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
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