Pré-candidato, Caiado promete ‘anistia ampla, geral e irrestrita para pacificar o Brasil’
Governador de Goiás foi anunciado pelo PSD para concorrer à disputa presidencial
2026|Do R7, com RECORD NEWS
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Em entrevista coletiva na sequência do anúncio de sua pré-candidatura nesta segunda-feira (30), Ronaldo Caiado (PSD-GO) afirmou que seu primeiro ato como presidente seria promover uma “anistia ampla, geral e irrestrita” dos implicados na tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023.
“Eu vim com esse objetivo de realmente pacificar o Brasil. Ao dar para todos, inclusive o ex-presidente, eu estarei dando uma mostra de que, a partir dali, eu vou cuidar das pessoas. É aquilo que, como médico e cirurgião, foi minha formação e sempre soube fazer", afirmou.
Caiado criticou a polarização na política brasileira, reforçou seu apoio ao desenvolvimento científico e tecnológico e destacou sua taxa de aprovação como governador de Goiás. “Ninguém atinge 88% sendo radical”, afirmou. A fala se dá enquanto a candidatura de Caiado é acusada, dentro de seu próprio partido, de “manter um ambiente de polarização radicalizada”.

Quanto ao tema da exploração de minerais raros, o político citou regulações implementadas durante sua gestão em Goiás. “Sou de um estado onde nós somos os primeiros a ter também um modelo regulatório da autoridade de minerais críticos do país. Quando ninguém falava em terras raras pesadas, foi o governo Caiado que, em 2019, iniciou e avançou na pesquisa e hoje é o único que não só explora, mas já comercializa terras raras pesadas.” Um estado que “pensa adiante”, completou.
Já sobre a relação com os Estados Unidos, o governador alegou que, em seu governo, o mercado brasileiro não seria “exportador de matéria-prima”. “Nós vamos buscar junto a toda a área da academia, da pesquisa, do setor em que a gente está e vamos, como empresarial, da indústria, promover aquilo que hoje é quase que o monopólio dos chineses.”
Ele ainda fez um apelo para que os deputados federais não deixem que o projeto sobre o uso de inteligências artificiais, uma “cópia do modelo europeu”, em suas palavras, sobreviva na Câmara, onde está travado há um ano. Segundo Caiado, “aquilo é o que existe de mais retrógrado, de mais ultrapassado”, escrito com um sentido muito mais punitivo.
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