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Encontro discute futuro da Lei de Recuperação Judicial

Evento promovido pelo Instituto dos Magistrados do Brasil teve apoio da RecordTV  

|Do R7

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Encontro reuniu ministros, desembargadores e juízes
Encontro reuniu ministros, desembargadores e juízes

O Centro de Convenções Bolsa do Rio foi palco nesta segunda-feira (7) do seminário Direito Empresarial: Questões Polêmicas da Recuperação Judicial. O encontro, promovido pelo Instituto dos Magistrados do Brasil, reuniu ministros, desembargadores, juízes e advogados para analisar as mudanças na Lei de Recuperação Judicial.

Vigente desde 2005, a lei tem o objetivo de amparar empresas na superação de crises, o que impacta diretamente na economia brasileira, uma vez que, ao se recuperar jurídica e economicamente, a empresa mantém a função social de gerar empregos e arrecadar tributos.


O Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luis Felipe Salomão, afirmou que o número de pedidos de recuperação judicial tem relação direta com os períodos de crise econômica enfrentados pelo Brasil. 

Cláudio de Mello Tavares, Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro; desembargador Milton Fernandes de Souza, presidente do TJ-RJ; Zacarias Pagnanelli, diretor nacional institucional da RecordTV; Luis Felipe Salomão, ministro do Superior Tribunal de Justiça; desembargador Roberto Guimarães, presidente do Instituto dos Magistrados do Brasil.
Cláudio de Mello Tavares, Corregedor-Geral da Justiça do Estado do Rio de Janeiro; desembargador Milton Fernandes de Souza, presidente do TJ-RJ; Zacarias Pagnanelli, diretor nacional institucional da RecordTV; Luis Felipe Salomão, ministro do Superior Tribunal de Justiça; desembargador Roberto Guimarães, presidente do Instituto dos Magistrados do Brasil.

- Os dados e pesquisas sobre o tema evidenciam que, durante crises nacionais, os pedidos de recuperação tendem a crescer. O STJ desempenha papel fundamental na definição de teses no campo da economia, já que estabelece a jurisprudência


Durante sua palestra, o ministro Luis Felipe Salomão ressaltou que a discussão sobre créditos e bens de capital se tornou crucial no STJ, e incentivou a elaboração de modelos para a resolução de conflitos. De acordo com o ministro, criar programas de capacitação e tornar o tema disciplina obrigatória nas universidades ajudaria no desenvolvimento de ferramentas como a mediação e a arbitragem.

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), desembargador Milton Fernandes de Souza, compôs a mesa de abertura ao lado do presidente do IMB, desembargador Roberto Guimarães, e do corregedor-geral da Justiça, desembargador Claudio de Mello Tavares.


-Tudo que envolve temas empresarias, a sustentabilidade do negócio, as formas de recuperação de empresas que estejam em situações financeiras ruins é sempre muito importante, porque é a partir daí que vamos verificar a sustentabilidade econômica do país

O encontro teve apoio da Record TV, representada pelo diretor nacional institucional, Zacarias Pagnanelli, que compôs a mesa de abertura do Seminário.

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