Logo R7.com
RecordPlus

Advogado que defenderá Maduro ‘consegue coisas incríveis’, diz especialista

Nova audiência do ex-presidente e da ex-primeira-dama da Venezuela foi marcada para 17 de março

Internacional|Do R7

  • Google News

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Nicolás Maduro e Cilia Flores se declararam inocentes das acusações nos EUA, incluindo narcoterrorismo e tráfico de drogas.
  • Nova audiência está marcada para 17 de março, e o julgamento pode ser longo devido à complexidade do caso.
  • Analista Salvador Raza destaca a postura do juiz Alvin K. Hellerstein em buscar um julgamento isento.
  • A pressão política no Congresso dos EUA deve prolongar o julgamento, com muitos argumentos a serem apresentados.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, se declararam inocentes das acusações da Justiça dos Estados Unidos nesta segunda-feira (5). Entre os crimes pelos quais o ex-presidente e a ex-primeira-dama da Venezuela respondem estão conspiração para o narcoterrorismo e para o tráfico de drogas.

Uma nova audiência foi marcada para o dia 17 de março. Em entrevista ao Conexão Record News, o analista de segurança internacional Salvador Raza diz que um julgamento longo era esperado diante da complexidade e do grau de sensibilidade política que o caso representa.


Em primeira audiência em Nova York, Maduro e Flores se declararam inocentes das acusações da Justiça norte-americana Reprodução/Record News

Ele destaca “a postura americana, principalmente do juiz” — Alvin K. Hellerstein, de 92 anos —, “experiente nesse tipo de julgamento, de prover um julgamento o mais isento possível, entendendo que isso tem um componente político”.

Ao que tudo indica, Maduro será representado pelos criminalistas David Wikstrom e Barry Pollack, que já defenderam figuras como o irmão de Juan Orlando Hernández, ex-presidente de Honduras julgado por crimes semelhantes aos de Maduro, mas perdoado por indulto do presidente Donald Trump, e o jornalista responsável por denunciar o escândalo do Wikileaks, Julian Assange.


“O Pollack tem muita experiência nisso e ele consegue coisas incríveis”, comenta.

Segundo Raza, a pressão política “violenta” no Congresso dos Estados Unidos, encabeçada por democratas — mas a qual também aderiram uma porção de republicanos — tende a alongar o julgamento.


“Têm muitos argumentos a serem apresentados”, diz. “Um bom advogado, uma opinião pública que está esperando para se posicionar a respeito disso. [...] Esses fatores tendem a complicar e fazer com que o julgamento seja um pouco mais lento do que se espera e eventualmente com algumas surpresas.”

Search Box

O PlayPlus agora é RecordPlus: mais conteúdo da RECORD NEWS para você, ao vivo e de graça. Baixe o app aqui!

Últimas


Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.