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América Latina elogia esforço de Obama e Castro para acabar com ruptura entre EUA e Cuba

Gesto surpreende até mesmo o presidente da Venezuela, Nicolas Maduro

Internacional|Matt Spetalnick e David Alire Garcia

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Encontro entre Obama e Castro foi visto positivamente
Encontro entre Obama e Castro foi visto positivamente

O presidente norte-americano Barack Obama reúne-se neste sábado (11) com o líder cubano Raul Castro, para discussões que podem aumentar ainda mais a reputação de Barack Obama na região, em meio à avaliação positiva de líderes latino-americanos ao descongelamento histórico de animosidade entre Estados Unidos e Cuba.

Obama e o presidente cubano apertaram as mãos e conversaram brevemente na cerimônia de abertura da Cúpula das Américas, na sexta-feira (10) à noite, um gesto que foi elogiado por outros líderes que têm nos últimos anos pedido mudanças na política norte-americana em relação à Cuba.

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Até o presidente socialista da Venezuela, Nicolas Maduro, diminuiu o tom de sua retórica antiamericana de costume para elogiar a aproximação, bem como a participação de Cuba na cúpula pela primeira vez.

— O fato de que Cuba estar aqui é a maior conquista da América Latina e do Caribe

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Maduro pareceu suavizar a sua posição em relação a Washington depois de uma recente onda de tensão.

Barack Obama conversou com Raúl Castro por telefone na quarta-feira

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Conheça as mudanças propostas por Barack Obama para as relações com Cuba

Obama e Castro ficam a dois assentos de distância em cerimônia de abertura

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Obama, de 53 anos, que não era nem nascido quando os irmãos Castro chegaram ao poder na revolução de 1959, assegurou aos líderes latino-americanos que os Estados Unidos já não estavam interessado em tentar impor sua vontade sobre a região.

Obama e Castro não sentaram juntos no jantar ao ar livre em meio a ruínas no centro histórico da Cidade do Panamá na sexta-feira à noite e jornalistas autorizados a entrar brevemente para brindes não viram nenhuma interação entre os dois.

Mas o tom geral tem sido otimista com Obama e o presidente cubano de 83 anos movimentando-se na direção de restaurar as relações diplomáticas plenas e melhorar os laços comerciais e de viagem na sequência de uma mudança de política dramática anunciada por ambos em dezembro.

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