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Amsterdã pretende dar a prostitutas propriedade compartilhada de bordéis

Internacional|Do R7

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AMSTERDÃ (Reuters) - Amsterdã está procurando um investidor para comprar cinco prédios onde profissionais do sexo possam trabalhar coletivamente em seu próprio negócio de prostituição, disse um porta-voz do prefeito.

Atualmente, as prostitutas trabalham individualmente, alugando as janelas onde se exibem para clientes potenciais dos donos dos bordéis. Mas este sistema deixa as mulheres vulneráveis a cafetões.

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As autoridades municipais esperam que as prostitutas estarão mais seguras se puderem trabalhar juntas num prédio alugado e administrado por uma empresa delas.

A fundação HVO-Querido, que ensina habilidades comerciais e de negócios para as trabalhadoras do sexo, vai ajudá-las a pôr suas empresas em execução.

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"Estamos procurando uma terceira parte, um empreendedor social, para comprar estes edifícios e deixá-los para as prostitutas", disse o porta-voz Jasper Karman.

"As trabalhadoras do sexo nos disseram que querem isso", disse ele. "E iria fornecer uma receita decente para um terceiro."

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Os cinco prédios, no coração da zona de prostituição, iriam oferecer 19 espaços de trabalho para cerca de 50 prostitutas. O distrito da luz vermelha atrai muitos turistas, mas muitos na cidade são contra a imagem do trabalho sexual.

Nos últimos anos, a cidade tem comprado bordéis e transformado os locais em lojas.

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Mas críticos dizem que a redução no número de janelas para alugar tem elevado os preços, forçando as prostitutas a trabalhar nas ruas ou em apartamentos privados, onde são mais vulneráveis.

(Reportagem de Thomas Escritt)

((Tradução Redação São Paulo; +5511 5644-7731)) REUTERS BM

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