Europa, Japão, Coreia e agora Inglaterra ‘dão sonoro não’ ao apoio aos EUA no Irã, diz professor
Leonardo Trevisan analisa isolamento de Estados Unidos e Israel no conflito
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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Na última quinta-feira (19), dois mísseis balísticos foram disparados pelo Irã em direção à base americana e britânica localizada no Oceano Índico. Nesta segunda (23), ao ser questionado, o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, comunicou que, até o momento, não há indicação de que o país seja alvo de Teerã.
“Neste momento, a Inglaterra está junto com toda a Europa, mais Japão, mais Coreia, dando um sonoro não para os Estados Unidos [...] O resto dos países apenas reagiu como previsto. Você fez isso, o problema é teu”, avaliou o professor de relações internacionais da ESPM, Leonardo Trevisan, durante entrevista concedida ao Conexão Record News.
O especialista creditou à falta de consulta aos aliados sobre o ataque e à má comunicação do Exército norte-americano os principais fatores que levaram ao isolamento dos EUA. “Trump não consultou ninguém para fazer o ataque no Irã. Todos teriam dito a mesma coisa que os árabes moderados disseram: não faça isso. Já temos problemas econômicos o suficiente”.
Ao tentar encontrar um motivo por trás da ofensiva, Trevisan concorda com as declarações do ex-chefe do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA, Joe Kent. Segundo ele, as pressões realizadas por Israel foram determinantes para o início do conflito, que teria como objetivo contribuir com o desempenho de Benjamin Netanyahu nas eleições locais, que serão realizadas em outubro.
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