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Análise: Rússia vive processo de tentativa de retomada de poder geopolítico na Europa

Drone espião russo foi derrubado pela Suécia, na última quarta-feira (25), e caiu no mar próximo a um porta-aviões francês

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Drone espião russo foi derrubado pela Suécia durante exercícios militares no mar Báltico.
  • Suécia e França, membros da OTAN, realizam manobras com cerca de 30 caças na região.
  • Analistas apontam que a Rússia busca retomar seu poder geopolítico na Europa, especialmente no Leste Europeu.
  • A União Europeia está investindo em suas forças armadas em resposta às ações russas, que antes estavam sob proteção da OTAN.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Um drone espião russo foi derrubado eletronicamente por suecos, na última quarta-feira (25), e caiu no mar próximo de um porta-aviões francês que participa de exercícios militares na Suécia. Os dois países fazem parte da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte). A embarcação, com cerca de 30 caças a bordo, segue com exercícios militares na região do Báltico, segundo a Marinha francesa.

O porta-voz do Kremlin disse que as alegações de que o drone era russo são absurdas. Para Manuel Furriela, mestre em direito internacional, a "Rússia vive um processo de tentativa de retomada de poder geopolítico na Europa."


Vista aérea de um grande porta-aviões sendo guiado por vários rebocadores dentro de um porto, com instalações industriais e galpões ao fundo
Porta-aviões com cerca de 30 caças segue em atividade na região, segundo a Marinha francesa Reprodução/Record News

“Ao ascender ao poder, ele [Vladimir Putin] buscou uma retomada do protagonismo russo, principalmente no Leste Europeu, seguindo os moldes de zonas de influência que a União Europeia acabou afastando numa agenda que anteriormente era da União Soviética”, explica, em entrevista ao Conexão Record News desta sexta-feira (27).

Segundo o analista, a UE tem investido substancialmente nas Forças Armadas, já que se tornou uma zona de tensão e tem sido espionada. “Quem cuidava de proteger a Europa, via Otan, eram os Estados Unidos, mas a Europa sabe que precisa retomar seus investimentos em armamentos, principalmente por conta dessa tentativa de expansão e de retomada de protagonismo da Rússia", completa Furriela.

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