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Análise: encontro entre Trump e Xi Jinping durante guerra passaria imagem de fraqueza dos EUA

China busca terminar conflito para proteger própria economia; ao mesmo tempo, EUA adiam encontro com gigante asiático

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • A China se mostra empenhada em terminar a guerra no Oriente Médio para proteger sua economia.
  • O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China destacou a urgência nas negociações de paz.
  • A reunião entre Donald Trump e Xi Jinping foi adiada, e pode ser atrasada novamente devido à guerra.
  • Trump busca evitar a imagem de fraqueza ao depender da China para um cessar-fogo no conflito.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

A China se demonstra empenhada em terminar a guerra no Oriente Médio. Durante uma coletiva, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do país disse que a prioridade urgente é promover ativamente as negociações de paz e fim do conflito.

O representante também expressou otimismo em um telefonema com o chanceler do Egito e afirmou que os Estados Unidos e Irã dão sinais de negociações. Há um propósito maior, entretanto, por trás dessa busca pela paz. “Não é uma questão apenas de ter a rota pelo estreito de Ormuz ameaçada, mas toda infraestrutura de extração também”, afirma Uriã Fancelli, analista internacional.

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Fotografia aérea do Estreito de Ormuz, no Irã, onde uma grande faixa de costa árida é cercada pelo mar. No centro, há uma ilha rochosa de formato irregular
Bloqueio do estreito de Ormuz ameaça integridade econômica chinesa, avalia entrevistado Reprodução/Record News

O especialista apontou, no Conexão Record News desta quinta (26), que, embora a China importe somente 13% de todo o petróleo do Irã, uma grande quantidade da mercadoria produzida nos outros países do Golfo Pérsico tem como destino a China. “Isso tudo pode ter um efeito muito mais duradouro do que apenas o estreito de Ormuz fechado”.

Fancelli também fez uma análise sobre um encontro entre Donald Trump e Xi Jinping que foi adiado de março para maio por conta da guerra. Segundo ele, é possível que ele seja novamente postergado.

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“Se a guerra ainda estiver na mesma intensidade que está hoje, o Trump não vai querer parecer fraco, [...] quase que dando a impressão, tanto para o eleitorado quanto para o resto do mundo, de que ele precisa recorrer à China para ela promover algum tipo de cessar-fogo que ele não teve a capacidade de alcançar”.

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