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Ao menos 45 morrem em ataques e execuções em cidade síria, dizem ativistas

Internacional|Do R7

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BEIRUTE, 11 Abr (Reuters) - Ao menos 45 sírios morreram, alguns assassinados a sangue frio, depois que tropas invadiram a disputada cidade de Sanamein, na província de Deraa, disseram ativistas da oposição e um grupo de monitoramento da violência, nesta quinta-feira.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, sediado na Grã-Bretanha, disse que dezenas de civis, incluindo crianças, foram mortas na quarta-feira em bombardeios e execuções sumárias depois que as forças leais ao presidente Bashar al-Assad entraram em Sanamein.

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Não houve comentário imediato de autoridades do Estado sírio.

As forças de segurança têm lutado contra os rebeldes na cidade de Deraa, uma província na fronteira com a Jordânia que se tornou um ponto central das batalhas com ambos os lados procurando controlar as fronteiras da Síria e aproveitar as linhas de abastecimento para a capital, Damasco.

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Rami Abdelrahman, diretor do Observatório --que usa uma rede de contatos na Síria--, disse à Reuters por telefone que a situação ainda era confusa demais para determinar quantas pessoas morreram nos combates e quantas a sangue frio.

"Moradores disseram que houve pesados ​​combates ontem e mais tarde as forças de segurança invadiram a cidade. Assim que entraram, eles começaram a bombardear alguns bairros, e em outros, pistoleiros estavam executando pessoas", disse ele, acrescentando que 45 vítimas do que ele chamou de um massacre foram nomeadas, com o provável aumento no número de mortes confirmadas.

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Dezenas de casas foram destruídas em bombardeios ou pelo fogo, disse Abdelrahman.

Grupos de ativistas em Deraa disseram que mais de 60 pessoas foram mortas.

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Vídeos enviados por residentes mostraram fileiras de cadáveres dispostos dentro de um edifício, com os rostos cobertos de sangue, os corpos embrulhados em cobertores e seus nomes rabiscados em folhas de papel colocadas em cima deles.

Alguns dos mortos pareciam ser crianças.

Como o acesso ao país para a mídia internacional é limitado, reportagens e vídeos provenientes da Síria são difíceis de serem verificados.

(Por Erika Solomon)

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