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Aproximação com a China é ‘questão de sobrevivência’ para o Reino Unido, aponta analista

Primeiro-ministro britânico se encontrou com Xi Jinping nesta quinta-feira (29) em Pequim

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Keir Starmer, primeiro-ministro britânico, se reuniu com Xi Jinping em Pequim.
  • Os líderes discutiram a importância de uma relação colaborativa e um diálogo significativo.
  • Reino Unido e China devem assinar um acordo de cooperação em redes de suprimentos.
  • Analista aponta que a fragilidade nas relações do Reino Unido com EUA e UE motiva essa aproximação com a China.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, disse, durante encontro com o presidente Xi Jinping nesta quinta-feira (29), em Pequim, que a China é um ator fundamental no cenário mundial.

Segundo o premiê, é vital construir uma relação mais sofisticada, com oportunidades de colaboração, mas que também permita um diálogo significativo nas áreas que não estão de acordo. O líder chinês também destacou a necessidade de estreitar os laços com uma “visão de longo prazo”, em meio a uma situação internacional “complexa”.


Starmer disse a Xi que a China é ator fundamental no cenário mundial Reprodução/Record News

Reino Unido e China deverão assinar um acordo de cooperação concentrado nas redes de suprimentos. O país asiático também está disposto a considerar a possibilidade de uma isenção unilateral de vistos para cidadãos britânicos. A viagem de Starmer à China é a primeira de um chefe de governo britânico desde 2018.

Em entrevista ao Conexão Record News, Igor Lucena, economista e doutor em relações internacionais, explica que o encontro expõe o fato de que a relação entre Estados Unidos e Reino Unido está “fragilizada”, somada ao afastamento dos britânicos da União Europeia após o Brexit.


“Eles [Reino Unido] tentaram fazer novos acordos com a Austrália, com a Índia, com um resultado econômico muito pequeno. O Reino Unido cresce muito menor, é o pior do crescimento e desenvolvimento do país do G7 e se torna mais pobre do que outros países”, aponta.

Segundo Lucena, o país europeu “é um hub de investimentos financeiros ainda para empresas chinesas. É uma porta de entrada de chineses para a Europa. Então, eu acho que para o Reino Unido é uma questão também de sobrevivência num cenário que ele mesmo se isolou nos últimos anos.”

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