Ataques a vizinhos mostram que Irã ‘não consegue lutar de igual para igual com os EUA’
Conflito chega ao terceiro dia com promessas de escalonamento nos ataques por Trump
Internacional|Do R7, com RECORD NEWS
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A guerra no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã entrou no terceiro dia nesta segunda-feira (2). Tel Aviv fez novos ataques ao Líbano, depois que o grupo terrorista Hezbollah disparou mísseis contra o território israelense durante esta madrugada.
O presidente americano, Donald Trump, anunciou que as operações militares devem continuar nas próximas semanas e novas explosões foram ouvidas no Irã nesta segunda.

Com a morte do aiatolá Ali Khamenei, Teerã já anunciou o nome de um líder supremo interino, Alireza Arafi, que deve permanecer no cargo até que um novo líder definitivo seja escolhido.
“Normalmente, paz conquistada pela força significa uma nova guerra mais à frente, um pouco difícil. Guerras levam rancor, ódio, inimizade durante muito tempo. Quando você consegue um acordo, é muito melhor”, avalia Ricardo Cabral, especialista em segurança e estratégia internacional.
Em entrevista ao Conexão Record News desta segunda, Cabral destaca que alguns dos movimentos do Irã já sinalizam uma escalada da guerra, como ataques a países da região. Desta forma, por não possuir força para competir igualmente com seus inimigos, Teerã recorre a ataques em instalações de gás e petróleo, tanto no Catar, como na Arábia Saudita e também no Kuwait.
“Isso que a gente vê são as características de uma guerra assimétrica, já que eles não conseguem lutar de igual para igual com os Estados Unidos, eles estão usando as suas armas”, conclui.
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