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Ativistas dizem em universidade dos EUA não ver ‘nada de errado’ em lutar ao lado de terroristas do Hamas

Falas foram proferidas em evento chamado “Resistência 101″; sequência numérica significa introdução a um certo assunto

Internacional|Do R7, em Brasília

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Seminário aconteceu no dia 24 de março Reprodução/Youtube @Samidoun Network

Em uma live de quase duas horas para alunos da universidade americana Columbia, dois ativistas defenderam os integrantes do grupo terrorista Hamas em inúmeras falas. “Não tem nada de errado em ser um combatente do Hamas”. As falas foram feitas em um seminário online chamado “Resistance 101″ que, em tradução livre, significa”Resistência 101″. A combinação numérica é utilizada na língua inglesa como expressão para a introdução de conhecimentos básicos de um certo assunto.

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Segundo informações apuradas pelo R7, o evento aconteceu no dia 24 de março deste ano e tinha como público estudantes. Uma das participantes é Charlotte Kates, a coordenadora internacional da Rede de Solidariedade para presos palestinos, defendeu que o ataque ocorrido em 7 de outubro do ano passado, quando o grupo lançou mísseis e matou dezenas de israelenses, “mudou o mundo”. “Essas pessoas na linha de frente [do grupo Hamas] estão defendendo e lutando pela libertação da Palestina”, afirmou.


O marido de Charlotte, Khaled Barakat, também participa do evento. Segundo a mídia americana, o homem seria membro da Frente Popular para a Libertação da Palestina, um grupo terrorista que possui ligações com o Hamas e o Hazbollah.

Os ataques

No dia 7 de outubro, o grupo terrorista Hamas lançou mísseis e coordenou um ataque ao território israelense. Na ocasião, centenas de pessoas ficaram feridas ou foram mortas, além de diversos registros do sequestro de cidadãos de Israel. Desde então, o conflito continua.

No dia 22 de abril, uma das maiores autoridades do exército israelense renunciou ao cargo. Chefe da inteligência militar, o general Aharon Haliva serviu Israel por 38 anos. Em comunicado ele afirmou que vai carregar para sempre a falha que permitiu a invasão do Hamas. Haliva foi o primeiro militar de alta patente a renunciar durante a guerra contra os terroristas.

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