Atriz Elizabeth Hurley desmente suposto romance com Bill Clinton
Ex-presidente americano quase sofreu impeachment por "affair" com estagiária
Internacional|Do R7

A atriz britânica Elizabeth Hurley (Liz) recorrerá à justiça contra as afirmações de meios de comunicação dos Estados Unidos que dizem que a ex-namorada de Hugh Grant teve uma "aventura" com o ex-presidente americano Bill Clinton.
As afirmações, que além de falsas foram qualificadas por Liz de "ridicularmente tolas", foram publicadas em meios de comunicação digitais nos Estados Unidos.
Segundo Liz publicou nesta quarta-feira (5) em sua conta no Twitter, trata-se de histórias "incertas".
"As histórias ridicularmente tolas sobre mim e Bill Clinton. Totalmente incertas. Já estão em mãos dos meus advogados", assinalou a atriz e também modelo em um tweet.
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Ao longo de sua carreira, Hurley, que emprestou sua imagem à casa de cosméticos Estée Lauder, participou de dois filmes da trilogia de Austin Powers (em 1997 e em 1999), de "Meu marciano favorito" (1999) e na comédia "Endiabrado" (2000).
A atriz ficou mundialmente conhecida após acompanhar seu então namorado, Hugh Grant (com quem se relacionou por mais de dez anos e continua amiga), na estreia do filme "Quatro casamentos e um funeral" (1994), vestida com um chamativo modelo do falecido designer italiano Gianni Versace.
Este vestido foi o responsável pela transformação de "Liz" Hurley em uma presença habitual na imprensa e um rosto cobiçado por costureiros de todo o mundo.
Clinton quase sofreu impeachment por "affair" com estágiaria
O presidente dos Estados Unidos Bill Clinton foi forçado, em agosto de 1998, a admitir, por meio de um vídeo e diante de um júri, que ele teve uma "relação inapropriada" com uma jovem estagiária, Monica Lewinsky, na Casa Branca.
Três semanas depois, sob pressão do promotor Kenneth Starr, mas também da Câmara dos Deputados de maioria republicana, ele precisou provar, ao vivo na televisão, "seu arrependimento".
Com lágrimas nos olhos, ele expressou seu "arrependimento" e "pediu desculpas" para todo o país, durante um café da manhã com 125 líderes religiosos do país.
Mas foi apenas ao final de seu segundo mandato, que o presidente americano conseguiu se livrar de um impeachment.










