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Brasileira revela medo em meio à tempestade de inverno nos EUA: ‘Se falta luz, não tem aquecimento’

Moradora do país há mais de 20 anos, Juliana relata dificuldades durante nevasca e afirma que mercados estão todos lotados; temperaturas chegam a 46°C negativos

Internacional|Do R7, com RECORD NEWS

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Juliana Oliveira, brasileira em Nashua, enfrenta nevasca nos EUA que afeta 150 milhões de pessoas.
  • Supermercados estão lotados e a população se prepara se abrigando em casa.
  • Ela alerta para a vulnerabilidade devido à queda de energia, que pode afetar o aquecimento das casas.
  • Os aeroportos podem fechar e é recomendado uso de proteção para enfrentar as baixas temperaturas.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Muitos brasileiros já sonharam em ver a neve cair dos céus ou se perguntaram como deve ser a vida durante um inverno abaixo de zero. Para a carioca Juliana Oliveira, que já mora há 20 anos nos Estados Unidos e trabalha como bancária, esse sonho virou uma realidade recorrente e, às vezes, problemática. Ela presenciou de perto os efeitos da nevasca que afeta o país e pode atingir pelo menos 150 milhões de pessoas. Com temperaturas que podem atingir até - 46 °C, a moradora foi entrevistada pelo Conexão Record News desta sexta (23) para contar como a sociedade norte-americana está lidando com a tempestade.

Ela menciona que todos costumam se preparar para eventos do tipo no país, o que fez com que diversos supermercados ficassem lotados ou sem produtos nas prateleiras. A medida principal que os habitantes tomam para se proteger é permanecer em casa. Ela afirma que para garantir a segurança de moradores de rua, a cidade em que vive, Nashua em New Hampshire, organiza e prepara abrigos para recebê-los durante o período.


Segundo a bancária, o volume atual é surpreendente e não há previsão da neve parar tão cedo: “Aqui deve nevar de domingo até segunda. Então vai ter mais de meio metro de neve. As escolas provavelmente vão fechar”. Ao ser questionada sobre a segurança e preparo das casas para enfrentar tais condições, Juliana menciona que a existência de calefação nas moradias — sistema de aquecedores internos — mantém os habitantes aquecidos.

A ida à escola fica mais perigosa devido ao gelo nas pistas e ambientes costumam ser fechados temporariamente Reprodução/Record News

Ainda assim, a possibilidade de uma queda de luz os deixa vulneráveis ao frio, uma vez que o sistema está conectado à rede elétrica: “Devido à neve, árvores e postes podem cair. E se falta luz, não tem aquecimento. Tomara Deus que isso não aconteça”, ela torce. Segundo o depoimento da bancária, o estado em que vive possui tanto estrutura quanto equipamentos para remover a neve, entretanto estados no sul dos EUA entraram em estado de emergência.


Fora lagos e poças d’água, as baixas temperaturas também são capazes de congelar a ida ao trabalho e a escola, como conta Juliana. “Eu trabalho em um banco e bancos geralmente não fecham, mas acredito que dessa vez eles vão. Então temos que ficar em casa mesmo”. Para os turistas que acabam de chegar no país ou pretendem viajar durante o período, a moradora dá a seguinte dica: “Precisa ter proteção, principalmente para as mãos e cabeça. Mas acredito que muitos aeroportos estarão fechados de domingo para segunda”.

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