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Brasileiro é condenado à prisão perpétua por assassinar empresário francês

Edno Borba da Silva, de 37 anos, fugiu para o Brasil depois de ser acusado de assassinato 

Internacional|Do R7

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Edno Borba da Silva, de 37 anos, foi detido em 2004, quando foi acusado de homicídio doloso
Edno Borba da Silva, de 37 anos, foi detido em 2004, quando foi acusado de homicídio doloso

A justiça francesa condenou à prisão perpétua nesta quinta-feira (21) o brasileiro Edno Borba da Silva, de 37 anos, que fugiu para o Brasil, acusado do assassinato de um rico empresário em 2003, em circunstâncias ainda pouco claras.

Edno da Silva é praticante de capoeira e fugiu de volta ao Brasil após ter sido colocado em liberdade sob controle judicial, em 2009, depois de quatro anos e meio de prisão provisória. Na quarta-feira, o promotor solicitou 30 anos de prisão para o assassino do empresário Christophe Dalmasso.


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A mãe da vítima, Renée Dalmasso, de 72 anos, se mostrou "contente" com o veredicto, uma "etapa" após dez anos de um processo caótico e de anos de investigação pessoal. Agora, o Estado francês deve comunicar ao Brasil a sentença e o assassino deverá ser julgado em um processo que ocorrerá no Brasil.


Detido em outubro de 2004, Edno da Silva foi acusado de homicídio doloso. Ele negou tê-lo cometido e acusou Lucie Dalmasso, filha adotiva da vítima com quem mantinha uma relação, de ter ordenado o assassinato.

O cúmplice encarregado de se desfazer do corpo, esquartejá-lo e transportá-lo em sacos de lixo, foi condenado a sete anos de prisão. Dois homens acusados de incendiar o veículo da vítima após seu desaparecimento foram condenados a passar 2 e 3 anos atrás das grades.


O veículo carbonizado de Cristophe Dalmasso, um católico conservador milionário apaixonado pelo Brasil, foi encontrado dias depois de seu desaparecimento, aos 37 anos, no dia 2 de setembro de 2003.

Os ossos do empresário foram encontrados na baía de Cannes, em agosto de 2004, e a investigação levou às acusações de Lucie Dalmasso e do brasileiro, hospedado pela vítima em um hotel de Nice.

A filha do empresário depôs no processo na qualidade de testemunha.

O brasileiro utilizou ainda de cheques falsificados pertencentes à vítima depois de sua morte.

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