Logo R7.com
RecordPlus
‌

Cachorra não desgruda de bebê e ajuda mãe a descobrir doença cardíaca do filho: ‘Ela sentiu’

Preocupada, Kim Reynolds levou criança a hospital, descobriu batimentos acelerados e recebeu diagnóstico de síndrome rara

Internacional|Do R7

  • Google News

Adicione como fonte preferencial no Google

Opens in new window

LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • O comportamento da cadela Saraya chamou a atenção ao não desgrudar do bebê Alexander, levando a mãe a levá-lo ao hospital.
  • No hospital, Alexander foi diagnosticado com Síndrome de Wolff-Parkinson-White, após detectar picos de batimentos cardíacos.
  • A mãe, Kim Reynolds, acredita que a cadela pressentiu o problema de saúde do bebê, o que a motivou a buscar ajuda médica.
  • Saraya voltou a demonstrar comportamento protetor quando Alexander teve amigdalite bacteriana, reforçando a confiança da mãe na cadela.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

Cachorra da raça doberman pressentiu arritmia cardíaca de bebê, segundo a mãe da criança Reprodução/The Mirror

O comportamento da cadela Saraya com Alexander, um bebê de 6 meses, chamou a atenção da mãe. A britânica Kim Reynolds, de 41 anos, percebeu que a cachorra da raça Doberman não desgrudava do filho e chorava sempre que o tiravam de perto dela.

Naquele dia, Alexander ficou triste e parecia enjoado, o que fez a mãe levá-lo ao hospital Royal Bournemouth, um centro médico público do Reino Unido. Ao chegar, os médicos detectaram que o bebê tinha picos de batimentos cardíacos, que chegavam a até 280 por minuto.

Dois dias depois, segundo o diário britânico The Mirror, a criança foi diagnosticada com Síndrome de Wolff-Parkinson-White, uma condição rara que atinge cerca de 0,1% da população.

A mãe, que antes trabalhava com hidroterapia para cães, foi categórica: “Saraya sabia que o ritmo do coração dele estava acima do normal. Não sei como. Ela pressentiu. Não gosto nem de imaginar o que poderia ter acontecido se eu o tivesse colocado no berço e saísse de perto.”

‌

A mãe da criança ainda disse que o comportamento da cadela parecia “um barulho que não saía da cabeça”.

“Estava me martelando porque parecia que ela queria me dizer que alguma coisa não estava correta. Eu estava confusa porque ela estava muito carente e obsessiva. Tenho certeza de que isso contribuiu para minha preocupação e nos fez ir ao hospital”, disse.

‌

Hoje, o pequeno Alexsander toma três doses diárias do betabloqueador propranolol por meio de uma seringa.

Neste mês, a cachorra Saraya voltou a rodear o bebê. “Ele estava na cadeirinha e ela estava ao lado dele, lambendo suas mãos, olhando para mim. Meu primeiro pensamento foi: “Meu Deus, será que vamos entrar em uma crise de novo?’”

‌

A mãe, então, checou o pulso do bebê e percebeu que a garganta dele estava avermelhada. Ao chegar, a criança foi diagnosticada com uma amigdalite bacteriana. Para a doença, os médicos receitaram penicilina.

“Confio 100% em Saraya. Ela não foi domesticada ou treinada como um cão de assistência. Mas, para mim, enquanto eu tiver a oportunidade, quero ela do lado do meu filho”, encerrou a mãe.

Search Box

Siga R7 no Google e fique por dentro de tudo que acontece

Seguir no Google

Últimas

‌

Utilizamos cookies e tecnologia para aprimorar sua experiência de navegação de acordo com oAviso de Privacidade.