Internacional Casas de diplomatas brasileiros são atingidas por estilhaços em Beirute

Casas de diplomatas brasileiros são atingidas por estilhaços em Beirute

Ministério das Relações Exteriores afirma que 'acompanha com atenção os acontecimentos na cidade e está pronto para prestar assistência consular'

  • Internacional | Do R7, com informações de Thiago Nolasco, da Record TV

Região portuária de Beirute foi atingida por explosões nesta terça-feira (4)

Região portuária de Beirute foi atingida por explosões nesta terça-feira (4)

Mohamed Azakir/Reuters - 04.08.2020

Casas de diplomatas brasileiros foram atingidas por estilhaços das explosões na região portuária de Beirute, capital do Líbano, nesta terça-feira (4). A informação foi confirmada pela reportagem do R7 por meio de fontes do governo federal. Até o momento, segundo o Ministerio das Relações Exteriores, não há informações de brasileiros feridos ou mortos. 

Por meio  de nota, a pasta comandada pelo ministro Ernesto Araújo afirmou que "acompanha com atenção os acontecimentos na cidade e está pronto para prestar a assistência consular cabível. Não há, até o momento, notícia de cidadãos brasileiros mortos ou gravemente feridos."

O Itamaraty disse, ainda, que segue acompanhando a situação por meio da Embaixada do Brasil em Beirute, em coordenação com a DAC (Divisão de Assistência Consular), em Brasília. 

Segundo o ministro da Saúde do Líbano, Hamad Hassan, em entrevista a TV Al Jazeera, ao menos 73 pessoas morreram e 3.700 ficaram feriadas após uma série de explosões na região portuária na capital. No entanto, ainda não é possível estimar o número exato de vítimas.

A megaexplosão foi causada por “materiais altamente explosivos” confiscados pelas autoridades, disse o major-general Abbas Ibrahim, da Direção Geral de Segurança do Líbano. Ainda não se sabe exatamente o que causou a explosão no porto.

Repórteres de emissoras de TV na região falam em dezenas de corpos no local do que até agora é tratado como um acidente. Fontes militares, no entanto, dizem que o ponto da explosão coincide com um armazém onde eram guardados materiais altamente explosivos confiscados.

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