China montará base em Cuba para espionar os EUA, diz Wall Street Journal
Pequim pagaria bilhões de dólares ao governo cubano em troca da autorização para construir a estrutura de monitoramento
Internacional|Do R7

Os governos de China e Cuba assinaram um acordo para instalar, em território cubano, um grande centro secreto de espionagem que permitiria a Pequim interceptar comunicações de todo tipo nos Estados Unidos, segundo informações publicadas pelo jornal The Wall Street Journal, nesta quinta-feira (8).
A reportagem, que cita "autoridades americanas com conhecimento de informações confidenciais", considera que o acordo teria como contrapartida o pagamento de bilhões de dólares por parte do governo chinês a Havana.
Não há indicação de onde seria a base, qual seria seu tamanho ou quantos funcionários seriam necessários; nem está claro, observa o jornal, o que o governo de Joe Biden poderia fazer para obstruir um acordo com essas características.
A reportagem sugere que uma base de espionagem em Cuba, a menos de 150 km da Flórida, seria útil para conhecer os detalhes do tráfego marítimo, em uma região com grande número de bases militares, bem como para monitorar todas as comunicações eletrônicas no sudeste dos EUA.
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O jornal pediu uma explicação das embaixadas da China e de Cuba em Washington, mas em ambos os casos não obteve sucesso.
A única fonte identificada citada pelo jornal é John Kirby, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional, que disse que não poderia discutir esse relatório específico, mas acrescentou: "Estamos muito cientes dos esforços da China para investir em infraestrutura em todo o mundo para fins militares, inclusive nesse continente. Nós os acompanhamos de perto e tomamos medidas para combatê-los".
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