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Colômbia cita vínculos do Irã com ‘grupos narcoterroristas’ e rompe relações diplomáticas

Peru também rompeu ligações com o país, citando ameaças à estabilidade no Oriente Médio

Internacional|Do Estadão Conteúdo

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LEIA AQUI O RESUMO DA NOTÍCIA

  • Colômbia rompeu relações diplomáticas com o Irã, alegando vínculos do governo iraniano com "grupos narcoterroristas".
  • A ruptura, válida desde 19 de setembro, não afeta as relações consulares.
  • O governo colombiano declarou a Guarda Revolucionária do Irã como "grupo terrorista" e anunciou medidas de controle contra seus integrantes.
  • Peru também rompeu relações com o Irã, citando ameaças à estabilidade no Oriente Médio.

Produzido pela Ri7a - a Inteligência Artificial do R7

IRGC foi declarada como "grupo terrorista" pelo governo colombiano Fernando Vergara/Pool via Reuters - 08.09.2026

A Colômbia anunciou, nesta quinta-feira (24), o rompimento de relações diplomáticas com o Irã, alegando motivos de segurança e afirmando que o governo iraniano teria supostos vínculos com “grupos narcoterroristas”, segundo a chancelaria colombiana.

De acordo com comunicado oficial, a ruptura passou a valer em 19 de setembro e não implica o fim das relações consulares.

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O governo do presidente conservador Abelardo de la Espriella justificou a medida como parte de uma nova orientação de política externa. Segundo o texto, De la Espriella teve apoio do presidente dos EUA, Donald Trump, durante a campanha.

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A Colômbia afirmou ter levado em conta “supostos vínculos do governo do Irã com grupos terroristas internacionais e outros grupos narcoterroristas que ameaçam a segurança do país”, sem detalhar quais grupos estariam envolvidos.

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Em um comunicado adicional, o governo colombiano também declarou a IRGC (Guarda Revolucionária do Irã) como “grupo terrorista”, alegando que ela “reprime a população iraniana e ataca em operações encobertas” além das fronteiras do Irã.

A partir disso afirmou que reforçará medidas de controle para impedir a entrada de integrantes do grupo no território colombiano.

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O comunicado colombiano também citou “violações comprovadas de direitos humanos” cometidas pelo governo iraniano dentro do país e mencionou ataques contra “países que não fazem parte do conflito no Oriente Médio”, o bloqueio do estreito de Ormuz e a obstrução às atividades da AIEA (Agência Internacional de Energia Atômica).

Colômbia e Irã mantinham relações desde 1975. Segundo a chancelaria, a embaixada colombiana em Nova Délhi é responsável por assuntos diplomáticos e consulares relativos ao Irã.

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O Peru, sob a presidência da conservadora Keiko Fujimori, também rompeu recentemente relações com o Irã, argumentando que a atuação iraniana “ameaça a estabilidade” no Oriente Médio e prejudica a paz e a segurança internacionais.

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